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SERIAL DE ATIVAÇÃO WINDOWS 10 TODOS (ACTIVATION SERIAL WINDOWS 10 ALL)

Está é a maior lista da internet de Serial, Chave e Key de instalação do Windows 10 (This is the Internet's largest list of Windows 10 Serial, Key and Key installation)

AutoCAD 2017 + Crack Completo em Português-BR

AutoCAD 2017 + Crack, Completo em Português-BR é o software mais utilizado no campo da engenharia, arquitetura e design de produtos, consagra-se como uma das ferramentas de desenho técnico mais completas e profissionais disponíveis no mercado.

SketchUp Pro 2017 + V-Ray + Crack – Português

SketchUp Pro 2017 foi desenvolvido para os estágios conceituais do projeto, com uma estrutura 3D muito fácil de aprender. Numa analogia, SketchUp Pro pode ser considerado “o lápis do desenho digital”.

SSD: conheça mitos e verdades do hardware e tire suas dúvidas

Com aumento na popularidade do SSD, alguns mitos sobre o componente de armazenamento acabaram se espalhando pela Internet, desinformando muitos e afastando possíveis novos usuários.

Como descobrir (hackear) senha de WIFI no Windows em minutos - WPA/WPA2/WPS

Deseja aproveitar a conexão Wi-Fi super rápida do seu vizinho? Se eles são espertos, provavelmente têm uma senha protegida (caso contrário, você não estaria lendo isso, estaria?).

Exclusiva: AMD fala sobre chegada de notebooks com chips Ryzen ao Brasil

A AMD vem se esforçando para mudar sua imagem no mercado brasileiro com sua linha de processadores Ryzen e quer deixar de ser vista como a opção mais barata para se tornar uma marca de produtos de alto desempenho. Agora, a empresa se prepara para trazer ao Brasil os primeiros notebooks com chips baseados na tecnologia.
De acordo com o executivo, a AMD hoje já vai muito além do segmento de CPUs e GPUs para desktops, área pela qual ficou famosa. Hoje, os produtos da empresa já podem ser encontrados em laptops, consoles de video game, aparelhos de diagnóstico médico e até mesmo aviões. Para continuar sua expansão, a empresa firmou parcerias com a Microsoft e com fabricantes de dispositivos de consumo para aumentar a oferta de computadores de alto desempenho na América Latina como um todo.
“No mercado brasileiro, posso dizer que muito em breve veremos no Brasil notebooks realmente ultrafinos e com desempenho de ponta disponíveis para os usuários finais”, afirma García. Segundo ele, a AMD está trabalhando de perto com empresas como Lenovo e Acer para lançar laptops portando chips Ryzen já no começo do ano que vem, mas alguns outros modelos e marcas podem ter produtos lançados com essa tecnologia já em novembro.
Luis Gerardo García AMD
“Estamos tentando iniciar campanhas já em dezembro, mas em janeiro os primeiros modelos de empresas internacionais devem começar a chegar ao Brasil. Em 2019, vocês verão que mais e mais plataformas vão oferecer produtos AMD, incluindo máquinas ultraportáteis e aparelhos para jogos”, pontua.

Foco no poder de fogo

O representante afirma que os processadores Ryzen atualmente são os mais rápidos do mundo entre as opções disponíveis para notebooks ultrafinos, permitindo a criação de computadores leves e capazes tanto de reproduzir conteúdos em alta qualidade quanto de permitir a produção e edição de vídeos e áudios com agilidade.
Segundo García, os processadores atuais mais cerca de 30% mais potentes do que os da geração anterior e conseguem, superando também os competidores. Além disso, ele ressalta que o Ryzen para dispositivos móveis vem acompanhado de componentes gráficos dentro do mesmo chip, tornando o valor do conjunto mais acessível do que opções rivais equivalentes.
AMD Ryzen mobile notebooks
Falando sobre desempenho, o representante afirma que o Ryzen 5 dos notebooks, que vem com gráficos Radeon Veja integrados, consegue resultados 44% superiores no teste Fire Strike do 3DMark aos de uma máquina com um Intel i5 de 8ª geração e uma GPU NVIDIA. No PC Mark, o chip da AMD é 11% melhor em criação de conteúdo, e no Cinebench a vantagem é de 17%. Durante jogatinas de DotA 2 em 1080p, o desempenho é 55% melhor ao mesmo tempo em que o consumo energético é 55% menor do que o de soluções com GPU separada.
“A ideia é oferecer produtividade em qualquer lugar, então estamos refinando os computadores voltados para os usuários finais, e o Ryzen é perfeito para isso. Então, diferente de uns 5 anos atrás, quando nosso foco era produtos mais baratos, agora não vamos mais participar da faixa de preços de entrada. Vamos atuar no mercado de alto desempenho”, explica o executivo.

Renascendo das cinzas

Sobre os desafios da marca no Brasil, García afirmou estar ciente do fato de que a AMD precisa se esforçar para recuperar a confiança dos consumidores e ressaltou os resultados positivos das vendas dos novos laptops Ryzen em outros países da América Latina.
“Os consumidores estão recebendo um desempenho muito bom por um preço razoável, e estão percebendo isso. Claro, no Brasil temos que trabalhar mais duro, e estamos planejando uma campanha com marcas internacionais para sair em novembro e dezembro, com ações online e em pontos de venda, para mostrar para o público quão bom o Ryzen é e como ele se compara com a concorrência. Vamos fornecer o próximo nível de performance em PCs no Brasil”, pontua.

Como melhorar a performance do PC sem sacrificar espaço de armazenamento

Seu computador anda dando algumas engasgadas e não carrega mais os jogos e programas com a mesma velocidade de antes? Existe uma solução que pode ser bem bacana para você. É o Intel Optane Memory, uma tecnologia nova da Intel que trabalha entre o processador e o disco rígido para acelerar o PC.
Ele usa uma técnica de machine learning para aprender quais são os arquivos e programas que você mais usa. Essas informações são então armazenadas em um local próximo do HD. Quer dizer que quando você for abrir um aplicativo ou procurar algum documento, os dados vão chegar ao processador em menos tempo e o computador vai ficar mais rápido.

Ideal para vários casos

É uma boa opção para muita gente, mas existe um tipo de usuário que pode se beneficiar ainda mais do Intel Optane Memory. São as pessoas que desejam aumentar a velocidade da máquina, mas não pretendem trocar o HD por um SSD porque precisam do armazenamento maior que só o HD tem.
Isso serve para vários casos. Em empresas, por exemplo, é comum ver computadores lotados com muitos terabytes de arquivos que precisam ser guardados. No entanto, o pessoal que trabalha nessas máquinas também precisa ter acesso rápido ao conteúdo. O mesmo vale para quem é freelancer, trabalha em casa e não pode abrir mão do armazenamento que o HD proporciona.

AMD registra nova logomarca para Vega II

A AMD registrou uma nova logomarca para sua arquitetura Vega de placas de vídeo. A imagem é basicamente a mesma de antes, mas com duas listras cortando uma das abas (a da direita) que formam o “V”, no sentido vertical. Seria a representação do número 2 em algarismos romanos.
No evento (Next Horizon) em que a empresa anunciou seus novos chips em 7 nanômetros, tomamos conhecimento das Radeon Instinct MI60 e MI50, que estão sendo fabricadas sob a arquitetura Vega 20 e serão lançadas em 2019. Elas serão destinadas aos data centers, na utilização de aplicações que envolvam computação de alta performance, computação em nuvem, deep learning etc.
No início deste mês, já tivemos vazamentos sobre a próxima linha de GPUs Radeon RX que a AMD deve lançar no ano que vem. Essas placas, desenvolvidas sob a arquitetura Navi, terão como foco o mercado de jogos. O que se sabe, por enquanto, é que elas deverão competir no segmento mediano, até o nível das GeForce RTX 2070.
No entanto, em entrevista ao Barrons.com, a CEO da AMD, Lisa Su, afirmou que a companhia pretende brigar, também, no segmento de alta performance em jogos.
Se não temos modelos high-end das Radeon RX nos vazamentos recentes, seria a Vega 2 uma marca a ser utilizada nas placas topo de linha para o mercado de jogos em 2019? Algumas fontes duvidam, justificando que um codinome registrado não resulta, necessariamente, em um lançamento de produto. Além do mais, no roadmap da companhia não consta nenhuma marca Vega 2.
Outros sites cogitam essa possibilidade pelo fato de o registro não ter sido apenas de um nome, mas de um símbolo.
O fato é que, atualmente, as GPUs mais fortes da AMD, para o mercado de jogos, são as Radeon RX Vega 64 e Vega 56. Talvez a companhia queira repetir a estratégia da nomenclatura para atualizar esses modelos para o ano que vem, mas também é possível que a marca nunca venha a ser utilizada. Jeito é esperar para ver.

Como testar sua rede através do comando ping

Ping?

O valor fornecido no teste acima serve como um referencial geral, mas em alguns casos é preciso realizar essa verificação com um servidor específico. A função é bem interessante para quem joga online, pois através dela é possível saber o tempo de resposta entre um comando enviado pelo seu computador e o servidor que administra o jogo.
Além do tempo, o teste também informa se a conexão entre as máquinas está autorizada, algo que pode indicar problemas de conexão ou possíveis bloqueios. Este guia mostra como realizar o procedimento em um computador com sistema operacional Windows. O IP de destino pode estar rodando Windows, macOS ou Linux, pois o comando é universal.

1. Executar

O primeiro passo é abrir a caixa de diálogo “executar”. Para isso, basta pressionar o logotipo do Windows, que está ao lado do botão ctrl, junto com a letra “r”. Na janela que surgir, digite “cmd” e pressione enter.

2. Prompt de comando

Já no prompt de comando do Windows, digite “ping” e o endereço IP do computador com o qual você quer testar sua conexão, deixando um espaço entre as duas informações. Caso o objetivo seja testar a velocidade de resposta de um site, você pode digitar diretamente o endereço, pois nesse caso o IP é obtido de forma automática.

3. Análise de resultados

Os 5 pontos críticos para usar uma VPN sem dor de cabeça

Uma boa VPN vai permitir que você utilize a internet sem entregar seus dados de maneira fácil para companhias e governos. Caso você não saiba, a rede privada virtual serve tanto de maneira corporativa quanto doméstica: muitas empresas, por exemplo, utilizam VPNs para permitir acesso aos sistemas empresariais de maneira remota.
O pessoal do HackRead separou cinco dicas essenciais para qualquer pessoa ou empresa que queira usar uma VPN. Adicionando, vamos deixar aqui também a máxima: VPN é sempre paga. Se você não estiver pagando dinheiro, provavelmente pagará com seus dados.
Dessa maneira, acompanhe abaixo os cinco pontos críticos para usar uma VPN sem dor de cabeça.

Jurisdição

Qual a jurisdição do servidor VPN que você busca? Mais importante do que qualquer marketing de que “somos seguros e não armazenamos seus dados”, é preciso saber a localização do servidor VPN e as leis sobre privacidade e internet que amarram a empresa.
Caso o serviço que você esteja interessado estiver nos EUA, por exemplo, a pesquisa sobre leis precisa ser mais intensa, visto que elas variam bastante entre jurisdições.

Permissões

Fique ligado nas permissões que a VPN vai exigir para funcionar — principalmente se utilizar em um smartphone. Como o HackRead notou, desista de qualquer VPN que peça os seguintes acessos: acesso ao seu dispositivo e histórico de aplicativos, acesso para ler o status e a identidade do seu telefone, acesso para ler, modificar e excluir sua mídia do telefone, acesso para ler o status e a identidade do seu telefone, acesso para verificar sua licença do Google Play e acesso para impedir que o seu dispositivo se apague ou desative apps em segundo plano.

Gerência

“Se o seu serviço de VPN é uma operação de um homem só, não importa as reivindicações feitas pela empresa VPN... corra! Como não há muita coisa em risco para o operador da VPN, o proprietário pode resgatar a qualquer momento ou até mesmo usar seus dados para atividades nefastas”, disse o HackRead. Ou seja: pesquise uma empresa com lastro no mercado.

Custo

Como notamos: VPN é sempre paga. Se você não estiver pagando dinheiro, provavelmente pagará com seus dados. Lembre-se disso na hora de escolher um serviço. Muitos pagos oferecem períodos gratuitos de teste, utilize para entender melhor.

DNS

Pesquise se o VPN que você pretende usar expõe suas informações DNS. “Uma simples pesquisa no Google revelará centenas de recursos que ajudarão você a realizar com segurança um teste de vazamento de DNS do seu serviço de VPN. Antes de confiar em um serviço de VPN para atividades importantes, realize primeiro um teste de vazamento de DNS. Se houver um vazamento de DNS, corra o máximo que puder”, relembrou o HackRead.

Como remover adwares e propagandas do navegador

Instalar extensões no navegador é algo interessante, porém é preciso tomar muito cuidado ao selecionar o que você deseja usar. Muitos plugins são, na verdade, adwares disfarçados de complementos, que não possuem muita utilidade e enchem o seu navegador de propagandas desnecessárias.
Muitas vezes, esses adwares são ativados na hora em que você está instalando um programa, se você não prestar atenção. Isso já deve ter acontecido: você abre o instalador de um software gratuito e, durante o processo, ele pede para que você autorize o uso de um plugin, barra de pesquisa ou outro tipo de complemento.

Como saber se o meu navegador está infestado com isso?

Primeiramente, pode ficar tranquilo: na maior parte dos casos, esse tipo de complemento, mesmo que irritante, não causa maiores danos ao seu computador, como acontece com um vírus. Mesmo assim, não é nada interessante manter esse tipo de plugin no seu navegador.
Para saber se você possui complementos desse tipo no seu browser, repare se você anda recebendo propagandas em sites que não possuem esse tipo de elemento. Um teste simples é acessar a própria home do Facebook; se existir publicidade em áreas dessa página que não costumam estar lá normalmente, isso quer dizer que você possui adwares instalados sem saber.
Outro tipo de adware é aquele que cria links em palavras no meio do texto, aleatoriamente. Quando você passa o mouse por cima do trecho, ela mostra uma caixa de propaganda que tem relação com o que está escrito. Alguns sites possuem esse tipo irritante de publicidade nativamente, porém, se você começar a ver isso em todos os lugares, desconfie — o problema pode ser o seu navegador.

E agora, o que eu faço?


Nada de pânico, a solução para isso é muito simples! Se os complementos é que fazem com que o seu navegador fique maluco desse jeito, basta desativá-los e tudo volta ao normal, certo? Exatamente. Uma vez que você retirar do browser as extensões indesejadas, ele volta a mostrar os sites corretamente, sem propagandas a mais.
Para fazer isso, encontre a janela de plugins do seu navegador. No Firefox, você precisa clicar no menu “Firefox” (aquele botão laranja) e escolher a opção “Complementos”. No Google Chrome, clique no ícone em forma de ferramenta e vá até Ferramentas > Extensões.
No Internet Explorer, clique no botão em forma de engrenagem e escolha a opção “Gerenciar Complementos”. No Opera, clique no menu “Opera” (no canto superior esquerdo) e siga o caminho Extensões > Gerenciar extensões. Por último, no Safari, você deve clicar no ícone em forma de engrenagem e ir até Preferências > Extensões.

Ok, você está na janela de complementos do seu navegador, agora é a hora de desinstalar todo o lixo. Veja tudo o que você não tem certeza do que é, extensões que prometem indicar promoções, elementos duvidosos e tudo o que você não se lembra de ter escolhido instalar, e desative-os. Na dúvida se um plugin é prejudicial ou não, é melhor retirá-lo também.
Pronto! Alguns navegadores, como o Firefox, pedem para que você reinicie o browser para que as mudanças sejam efetuadas; outros, como o Chrome, não necessitam desse tipo de ação, basta recarregar as páginas abertas e ver os anúncios indesejados sumirem. É recomendado também limpar o cache e apagar os cookies, só por garantia.

Não era esse o problema?

Se você usa o Firefox e ainda continua com uma barra de pesquisa perdida por aí ou mesmo com complementos que mudam o serviço de buscas do seu navegador, pode ser preciso fazer uma limpeza mais pesada. 

Como trocar o DNS em dispositivos Android e iOS (iPhone e iPad)

Você sabia que configurar um DNS manualmente pode te oferecer uma conexão Wi-Fi mais segura, rápida, estável e com mais privacidade?
Pois é, vários usuários costumam fazer essa configuração em seus computadores e laptops com Windows, Linux e MacOS, mas grande parte se esquece que também é possível alterar o DNS nos smartphones e tablets. Fazendo a mudança, é possível perceber páginas e vídeos sendo carregados com mais agilidade, além de proporcionar vantagens menos perceptíveis.
Existem vários números de DNS disponíveis para você inserir em seu dispositivo. Inclusive, você pode testar quantas vezes achar necessário, até encontrar o que melhor se adaptou à sua rede. Conheça alguns dos mais populares:
  • Cloudflare - 1.1.1.1 e 1.0.0.1;
  • Google - 8.8.8.8 e 8.8.4.4;
  • OpenDNS - 208.67.222.222 e 208.67.220.220;
  • SafeDNS - 195.46.39.39 e 195.46.39.40.

Como configurar o DNS no Android

1. Com a conexão Wi-Fi habilitada, entre nas “Configurações” ou “Ajustes” do seu dispositivo;
2. Toque em Wi-Fi;
3. Toque na rede na qual você está conectado no momento e segure;
4. Agora toque em “Opções avançadas” ou “Modificar config. da rede”;
5. Toque em “Mostrar opções avançadas”;
6. Em “Definições/Ajustes de IP”, escolha “Estático”. Nos campos de DNS 1 e DNS 2, digite os números de DNS do serviço que você escolheu (Cloudflare, em nosso exemplo). Depois toque em “Salvar”.
Pronto! Faça os testes e, se desejar, configure o DNS de outro serviço.

Como configurar o DNS no iOS (iPhone e iPad)

1. Com a conexão Wi-Fi habilitada, entre em “Ajustes” e toque no “i” azul ao lado da conexão ativa;
2. Toque em “Configurar DNS” e altere de “Automático” para “Manual”;
3. Em “Servidores de DNS”, apague o número do campo de cima e digite o DNS primário do nosso exemplo (Cloudflare = 1.1.1.1). Toque em “Adicionar Servidor” para digitar o DNS secundário (1.0.0.1). Finalize tocando em “Salvar”.
Agora é só curtir a sua internet mais rápida!

Você sabe o que é uma CPU?

Provavelmente você já deve ter ouvido respostas diferentes para essa pergunta. Uma das mais comuns é aquela em que associam o nome CPU ao conjunto de peças que fazem o computador funcionar, aquele “caixote” onde se tem o disco rígido, placa-mãe e assim por diante. Pois bem, este “caixote” não é a CPU e sim o gabinete do computador. Mas há quem insista em utilizar essa nomenclatura errônea.

A CPU — Central Processing Unit ou Unidade Central de Processamento (UCP) em português — é um circuito integrado que controla todas as operações e o funcionamento do computador, responsável pela execução de cálculos, decisões lógicas e instruções que resultam em todas as tarefas que um computador pode fazer. Ela age interpretando e executando as instruções fornecidas por softwares — programas, jogos etc. — e retornando resultados. Para efetuar um cálculo matemático, por exemplo, nós seres humanos utilizamos o cérebro. Já o computador, usa a CPU. Daí vem o termo “cérebro do computador”. Algumas pessoas podem estar se perguntando — Mas o “cérebro do computador” não é o processador?

Parte inferior de dois microprocessadores.CPU, processador ou microprocessador? 

Atualmente, todos os componentes que compunham a CPU estão integrados em um único chip denominado microprocessador. Este é empregado nos computadores atuais, como nesse que você está utilizando neste exato momento. Intel e AMD são empresas desenvolvedoras de microprocessadores. Um processador, por sua vez, já uma denominação um pouco mais abstrata. Todo microprocessador é um processador, mas nem todo processador é um microprocessador. Um microcontrolador, por exemplo, também é um processador.

Apesar dessa diferença, na prática os três nomes podem ser usados para se referir ao mesmo elemento — a não ser que você trabalhe ou pesquise sobre arquitetura de computadores, circuitos digitais etc.

Clock

Entre outros fatores, o que determina a "velocidade" de uma CPU é quantidade de instruções que ela é capaz de executar por segundo. A essa "velocidade" se dá o nome de clock e utiliza-se a medida Hertz (Hz) para calculá-la, sendo um 1Hz equivalente a 1 instrução por segundo. Uma CPU com clock de 500 Mhz, por exemplo, é capaz de executar 500 milhões de instruções por segundo. Já um mais atual, com 2,4 GHz, é capaz de realizar 2 bilhões e 400 milhões de instruções por segundo. Mas de onde vêm os símbolos MHz e GHz? Veja a tabela abaixo.
Tabela de unidades.
Mas o clock não é tudo em uma CPU. O desempenho dela depende também do conjunto de instruções capaz de processar, quantidade de memória cachê, entre outros. 

Conheça tudo sobre coolers e fique frio!

O termo cooler, oriundo do inglês, remete aos dispositivos que refrigeram os diferentes componentes do nosso computador. Sem eles, o superaquecimento de nossas peças impossibilitaria o bom funcionamento do sistema.
Este artigo visa sanar as principais dúvidas dos usuários quanto ao que é realmente um cooler, além dos diversos modelos que encontramos atualmente à disposição nas lojas de informática. Para começar, vamos tratar da importância dessas pequenas peças:
Fique frio!
A importância dos coolers para o nosso sistema pode ser comparada com a água que colocamos no radiador do carro. Desta forma, a temperatura não excede um limite para o bom funcionamento do motor, permitindo que usemos o veículo sem problemas.
No computador é basicamente igual. Processador, memória, placa de vídeo, disco rígido e outras peças têm sempre um ponto crítico de temperatura, do qual não podem passar para continuarem funcionando sem apresentar problemas. Logo abaixo vamos falar um pouco mais dos tipos de coolers disponíveis no mercado.
Ventoinha, cobre, água ou nitrogênio líquido?
Isso mesmo! Estes são alguns dos modelos de coolers existentes na atualidade. Os mais comuns – e baratos – deles são as ventoinhas, que retiram o ar quente acumulado em algumas peças ou simplesmente o fazem circular para fora do gabinete.
Em algumas peças, são feitas associações de metais condutores e ventoinhas, o que confere bons resultados em refrigeração. Para explicar melhor este tipo de situação, veja a foto do modelo de cooler mais conhecido para processadores:
Este é o modelo padrão de coolers para processador.
A maneira que este tipo de cooler refrigera o processador segue um princípio bem simples: o calor gerado pelo processador é transferido para o metal do cooler, que ao mesmo tempo é resfriado pela corrente de ar trazida pela ventoinha. Vale ressaltar que a condução de calor do processador para o metal é potencializada por uma pasta térmica especial para este tipo de situação.
No entanto, o ar quente que está saindo da peça fica retido dentro do gabinete, certo? Para resolver o problema, é possível instalar outra ventoinha na lateral ou no fundo dele, funcionando como um exaustor para o ar aquecido pelos outros componentes.
Inovações
Devido ao grande potencial de algumas peças atuais, como placas de vídeo e processadores para jogos pesados, em especial quando se faz overclock das peças, que, basicamente, é um aumento da velocidade de processamento, já estão chegando ao consumidor comum outros tipos de coolers muito interessantes.
Entre eles, temos refrigeração por água, em que canos percorrem as peças, diminuindo sua temperatura, e o novíssimo sistema à base de nitrogênio líquido, capaz de colocar os componentes a temperaturas extremamente baixas, o que é ideal para quem testa os limites de velocidade em algumas peças.
Alguns modelos de coolers para componentes.
Escolha de acordo com suas necessidades
Para finalizar a matéria, vale lembrar que a opção de coolers e a maneira que você vai colocá-los no computador dependem, e muito, do que você fará com a máquina, além das peças que ela contém. As placas de vídeo mais poderosas, por exemplo, já vêm com ótimos dissipadores e coolers especiais, ajudando a mantê-las em uma boa temperatura durante os games.
A maioria dos processadores também já conta com um sistema de refrigeração original, que, na grande maioria dos casos, dá conta do recado. Caso você não tenha plenos conhecimentos sobre o assunto, vale lembrar que o importante é fazer o ar do seu gabinete circular, retirando o ar quente e permitindo que o ar frio entre sem problemas.

Mantenha a temperatura do seu PC sob controle

É possível aumentar consideravelmente a vida útil de um computador se forem tomados os cuidados referentes à sua melhor conservação. E isso não se restringe a mantê-lo longe da luz solar e da poeira: tal qual ocorre com o corpo humano, é necessário que a temperatura permaneça em níveis adequados.

Há programas que monitoram os componentes do PC individualmente, ideais para se ter controle sobre seu hardware. O Everest é um deles: além de fazer uma análise completa do sistema, permite acompanhar em tempo real a temperatura da sua CPU; assim você pode tomar as providências cabíveis em caso de aquecimento acima do comum.

São diversos os fatores que podem resultar em alterações térmicas, todos solucionáveis através de técnicas simples de manutenção. Vamos dar uma olhadinha nos principais?

Mantenha seu PC em um ambiente fresco e arejado

Como mencionado no começo da matéria, luz, calor e poeira são prejudiciais ao micro. Tenha certeza de que seu gabinete está situado a salvo desses inconvenientes, em um ambiente com boa circulação de ar e distante do chão e de janelas. Uma limpeza interna anual é suficiente; jatos de ar comprimido são ideais. Caso você não possua um apetrecho desse tipo, podem ser utilizados outros métodos (álcool isopropílico, pincéis etc.).

Organize o interior do gabinete

Assim como não conseguimos atravessar paredes, o ar também não se desloca através de matérias sólidas. Quanto menos obstáculos houver no caminho entre a entrada da ventilação e o sistema de exaustão do micro, melhor o fluxo de ar e, conseqüentemente, melhor a refrigeração. Fios soltos e placas mal-encaixadas podem comprometer o arrefecimento interno; certifique-se de que todos os componentes estão corretamente afixados e não mantenha os fios “à deriva”: aqueles alumínios usados para amarrar pacotes de pão são ótimos para prender os cabos, o que ainda por cima deixa o aspecto interior do PC muito mais bonito.

Tenha um bom cooler

Os coolers que vêm de fábrica normalmente são suficientes, mas não fazem milagres. Há empresas especializadas que fabricam diversas opções de coolers bem mais potentes que os tradicionais, o que pode reduzir em muitos graus a temperatura da CPU.

Não economize!

Existem outras alternativas não-convencionais que, embora exijam um pouquinho mais de dinheiro, valem muito a pena. Dispositivos como water coolers e o uso de pastas térmicas tornam a refrigeração do seu micro muitíssimo mais eficiente, o que a longo prazo pode até vir a ser um investimento.

Ame seu micro!

O mais importante é cuidar do seu PC como se fosse um ente da família ou um amigo próximo. Se você se importar de verdade com ele, pode ter certeza de que vocês terão muitos anos felizes pela frente!

Como medir a temperatura do processador?



Uma vez o Everest instalado em seu PC, a temperatura do processador pode ser verificada através do menu “Computador > Sensor”, através da parte direita da interface.

System Information For Windows
System Information For Windows bate de frente com o Everest, pois exibe grande parte das informações exibidas em seu concorrente, com a vantagem de ser gratuito.



HWMonitor

Para quem deseja obter somente a temperatura do computador, sem a necessidade das demais informações, os desenvolvedores de System Information For Windows criaram uma ferramenta específica para a tarefa. Como é possível perceber, a interface de HWMonitor é a mesma do aplicativo original de uma forma simplificada.


Muitos dos problemas de hardware causados no computador são resultados do superaquecimento, diminuindo a vida útil de seus componentes. Sem sombra de dúvidas, o processador é um dos mais afetados por este problema, pois todos os outros periféricos utilizam seus recursos constantemente.
Método Tradicional

O método mais antigo e conhecido é verificar a temperatura da CPU na BIOS do sistema, durante a inicialização do computador. Apesar de ser bastante utilizado, não é a maneira mais eficiente, pois neste momento a atividade noTemperatura pela Biosprocessador está apenas começando. Consequentemente,  o nível de aquecimento obtido será mais baixo comparado com o sistema operacional já carregado. Caso  o valor constatado neste momento já esteja muito alto, então algo de muito grave está acontecendo no seu PC.

Nem todas as máquinas exibem a temperatura da CPU na BIOS, se esse for o seu caso, não se preocupe. O primeiro passo para verificar o aquecimento do processador é reiniciar o sistema operacional, acessando a BIOS na tela de Boot. Na maioria dos PCs isso pode ser feito através do botão “Esc” ou “Delete” . Não existe um lugar padrão para a exibição da informação, contudo, na máquina testada ela está  localizada dentro do Menu "System Health" , resultando na seguinte tela:


Medindo através do sistema operacional

Verificar a temperatura do processador pelo sistema operacional é muito mais eficiente comparado à BIOS, visto que em qualquer SO moderno muitas tarefas são executadas ao mesmo tempo. Todas essas atividades acabam gerando um superaquecimento constante na CPU. Por esse motivo, vamos mostrar agora as principais ferramentas existentes para essa finalidade, no sistema Windows.

Everest

O Everest é o programa de diagnóstico de hardware mais conhecido do mercado, extraindo um número muito grande de informações de sua máquina. 
CPU Burn-in

Você quer descobrir o aquecimento do seu computador elevado ao extremo? CPU Burn-in é o aplicativo mais recomendado para esta tarefa. Sua função é bastante simples, estressar o processador ao máximo, durante um período de tempo escolhido pelo usuário, que varia entre minutos e horas. Contudo, ele não mede a temperatura da CPU, por isso, você deve usá-lo em conjunto com alguma das três ferramentas apresentadas anteriormente.
                    
E se a temperatura não for exibida?

Podem acontecer casos em que o nível de aquecimento não é exibido em nenhuma das ferramentas apresentadas acima. A principal explicação é o fato de algumas placas mães não possuírem sensores a nível de hardware, desta maneira, não permitindo nenhuma verificação de temperatura.

Memória RAM: como escolher a melhor para o computador?

No mundo da informática, é muito comum que os computadores top de linha, em questão de pouco tempo, se tornem obsoletos devido ao lançamento constante de novos hardwares. O mesmo princípio vale para os jogos, que cada vez mais estão pedindo PCs com recursos poderosos — muitas vezes mais potentes do que a máquina da sua casa.
Para tentar contornar alguns problemas da constante perda de desempenho das máquinas atuais,  uma das soluções mais fáceis e baratas é a compra de mais memória RAM para o computador. Desta maneira, é possível torná-lo mais veloz sem necessitar efetuar uma grande mudança.
Entretanto, a tarefa de adicionar mais memória em seu sistema deve ser feita de forma cautelosa para que haja um ganho real de desempenho. 

Qual a melhor configuração para a minha máquina?

Atualmente, é incrível a quantidade de tarefas que podem ser feitas através do computador, sendo que cada  uma delas necessita uma parcela específica de memória RAM. Por isso, classificamos três tipos de perfis: PCs domésticos, para trabalho e para gamers hardcore.

PCs domésticos

PCs  domésticos são destinados para usuários de computadores que costumam visitar o Facebook, o YouTube , fazer trabalhos escolares, ler emails etc. Normalmente, estas tarefas  não exigem uma grande quantidade de memória RAM instalada no sistema. Isso acontece pelo fato de que esse tipo de máquina não é feita para rodar aplicativos pesados, no máximo um Office, um navegador (Firefox, Internet Explorer, Google Chrome) com recursos como o Flash ou um player multimídia atual (iTunesWindows Media Player).
Para o Windows 7, 2 GB de memória RAM já são suficientes para rodar a maioria dos softwares básicos. Já quem ainda usa o Windows XP, ou tem o Linux como plataforma preferencial não precisa investir em mais de 1GB de RAM.

PCs para trabalho

A configuração desejada para esse tipo de computador depende muito dos aplicativos instalados. Contudo, normalmente um PC de trabalho possui programas como suítes  de escritório (Microsoft Office, LibreOffice), editores de Imagens (Photoshop, Gimp), editores de vídeos, aplicativos comerciais, entre outros. Numa máquina como esta, torna-se necessário garantir que estes softwares terão um bom desempenho, sem problemas como travamento.

Como já foi citado anteriormente,  a quantidade de RAM recomendada varia de acordo com os aplicativos usados, mas, no caso geral, em torno de 4 GB de RAM já são suficientes para a maioria  dos sistemas operacionais atuais. Em alguns casos, como na edição de vídeos, é recomendado o uso de no mínimo 8 GB de RAM, enquanto o ideal seria investir em 16 GB ou mais de memória.

PCs para Games

Embora a evolução gráfica dos games para PC tenha desacelerado um pouco nos últimos anos, ainda é preciso investir em equipamentos poderosos para rodar os games mais recentes. Além de uma boa placa de vídeo e um processador potente, é indispensável ter uma quantidade considerável de memória RAM — atualmente, 6 GB é um valor básico considerável adequado, embora, nesse caso, seja recomendável investir na maior quantidade possível.

Um novo patamar de desempenho

A compra de memória adicional é recomendada para PCs que ainda não estão completamente obsoletos e que podem ter grande parte de seu hardware reaproveitado. Entretanto, para máquinas cujos recursos estão ultrapassados de uma forma geral, a melhor solução é comprar um computador novo.
Adicionando mais memória

Ao adicionar mais memória no computador, é preciso ficar atento a alguns fatores importantes. O primeiro deles é o conhecimento de modelo de RAM que a placa mãe do seu PC utiliza, pois somente é possível comprar um pente de memória que siga a mesma especificação. Caso contrário, é muito provável que o pente novo nem encaixe na placa-mãe ou não funcione. Por exemplo, uma memória DDR3 não funcionará numa máquina que só suporta DDR2.
Também não é recomendado misturar memórias de marcas e freqüências diferentes, sendo que uma placa-mãe com um pentes distintos pode funcionar de maneira irregular, diminuindo o desempenho do sistema. Portanto, só tente combinar pentes de mesmo modelo e fabricante na sua máquina.
As dicas acima são úteis para usuários para todos perfis de computadores. Porém, no caso de gamers hardcore, antes de substituir a memória, uma avaliação completa da máquina é necessária para determinar se adicionar RAM irá realmente surtir o efeito esperado. Não são incomuns casos em que jogadores dedicados são obrigados a comprar um PC novo para rodar os jogos mais novos do mercado. Se for possível só comprar memória, o uso de pentes de marcas conhecidas é  fortemente recomendo.

Descobrindo o hardware presente na sua máquina

Para descobrir o hardware presente em sua máquina, é preciso buscá-las diretamente nas configurações do Windows ou recorrer a programas específicos para a realização dessa tarefas. Confira o artigo "Qual a configuração do seu computador?" para obter mais detalhes sobre o assunto.

Tipos de memória RAM existentes

O formato é uma das características mais importantes de uma memória RAM, sendo que existe uma placa-mãe específica por fabricante para cada um deles. Em outras palavras, um computador aceita somente um modelo por placa. Existem vários tipos de memórias, entretanto, os mais conhecidos atualmente são o DDR, DDR2, DDR3 e DDR4:
  • DDR: era padrão até alguns anos atrás, sendo que não é mais adotado em PCs novos. Todavia, muitas máquinas antigas ainda usam este tipo de memória. Caso você encontre um PC que ainda use esse tipo de memória, sua compra não é recomendada.
  • DDR2: esse modelo suporta o recurso "Dual Channel", o qual permite que dois pentes idênticos instalados na máquina obtenham um ganho de performance de até 25%. Embora esteja se tornando cada vez mais rara, ainda é possível encontrá-la em computadores com configurações mais modestas.
  • DDR3: padrão atual seguido pela indústria, as memória DDR 3 já são bastante difundidas e passam por uma queda constante de preços.
  • DDR4: atualmente em fase de testes, o padrão ainda não começou a ser amplamente difundido entre as fabricantes. A expectativa é que a adoção em grande escala da tecnologia seja iniciada ainda no primeiro semestre deste ano.

Freqüência

A freqüência de uma memória, medida em MHz, determina a sua velocidade máxima de transferência de dados para o processador. Em outras palavras, quanto maior a freqüência, maior será o desempenho obtido. Para um melhor desempenho, é sempre recomendado possuir pentes de memória que trabalham na freqüência máxima permitida de um formato qualquer.

Módulo

O módulo de uma memória é uma forma de identificar um formato e uma freqüência de maneira única, através de um rótulo, também indicando qual a sua velocidade máxima de transferência. A tabela abaixo mostra como o módulo determina seus atributos:

Módulo
Nome Padrão
Formato
Freqüência*
PC1600
DDR-200
DDR
200 MHZ
PC2100
DDR-266
DDR
266 MHZ
PC2400
DDR-300
DDR
300 MHZ
PC2700
DDR-333
DDR
333 MHZ
PC3200
DDR-400
DDR
400 MHZ
PC2-3200
DDR2-400
DDR2
400 MHZ
PC2-4200
DDR2-533
DDR2
533 MHZ
PC2-5300
DDR2-667
DDR2
667 MHZ
PC2-6400
DDR2-800
DDR2
800 MHZ
PC2-8500
DDR2-1066
DDR2
1066 MHZ
PC3-6400
DDR3-800
DDR3
800 MHZ
PC3-8500
DDR3-1066
DDR3
1066 MHZ
PC3-10600
DDR3-1333
DDR3
1333 MHZ
PC3-12800
DDR3-1600
DDR3
1600 MHZ
*Na tabela acima, as freqüências já estão multiplicadas pela quantidade de ciclos. Por exemplo, uma memória PC3200 trabalha com o clock de 200 MHZ, entretanto, na prática sua velocidade é 200 MHZ x2 = 400 MHZ.

Marca e fabricante

A marca da memória é sinônimo de qualidade e durabilidade, pois quanto mais conceituado for o fabricante, maior será a garantia que o hardware adquirido funcionará com um melhor desempenho. Basicamente, é possível dividi-las em dois grandes grupos: marcas conhecidas e genéricas.
Entre as principais empresas que fabricam memória, podemos citar a Samsung, Kingston e a Corsair, sendo que cada uma delas possui características próprias. Normalmente, costumam ter uma boa qualidade, sendo recomendadas para PCs que exigem bastante desempenho, como máquinas destinadas para jogos.
As memórias RAM genéricas são mais baratas comparadas às originais, entretanto, possuem origem duvidosa, podendo comprometer a performance geral do PC. Por isso, só é possível recomendá-las para computadores com hardware mais modesto, destinados somente à navegação pela internet ou composição de trabalhos escolares.
Existem pequenas diferenças entre as memórias de marca, sendo que as principais delas são:
  • Corsair: entre as memórias de marca, é a que possui o preço mais alto e mais funcionalidades. Para alguns processadores, como os fabricados Intel, a Corsair desenvolve pentes especializados para aperfeiçoar mais ainda as taxas de transferência. Esta marca é principalmente recomendada para gamers hardcore, que necessitam de máximo desempenho em suas máquinas.
  • Samsung: memória que tem uma boa relação de custo/benefício, pois também funciona de maneira eficiente. Seu principal uso é recomendado para PCs de trabalho, que necessitam de um bom hardware.
  • Kingston: Uma das marcas mais conhecidas pelos brasileiros, possui uma linha voltada para o mercado de games conhecida como HyperX. Bastante consagrada entre o mercado de tecnologia de informação, a companhia oferece garantia vitalícia para seus produtos e possui um sistema de suporte bem-estabelecido em nosso país.

Onde comprar memória RAM?

A compra de uma memória está diretamente ligada ao seu modelo e  fabricante. Por exemplo, Kingston e marcas genéricas são muito fáceis de serem encontradas em qualquer loja ou site de vendas online. Nesse caso, sistemas de busca como o Google e o Bing são seus melhores aliados na hora de comparar preços ou verificar a confiabilidade e desempenho de determinada peça de hardware.
Contudo, pentes Corsair já são mais difíceis de serem encontrados em lojas aqui do Brasil, porém, podem ser encomendados em sites especializados em informática ou comprados no exterior. Esse fenômeno acontece em nosso país pelo fato das vendas de RAM em geral serem concentradas em marcas genéricas, devido principalmente a seus preços mais acessíveis.