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Mecanismo de atualização da Asus baixou vírus para computadores, diz Kaspersky Lab

Programa de atualização da Asus incluído em notebooks teria baixado programa não autorizado, segundo fabricante de antivírus. — Foto: Altieres Rohr/G1

A fabricante de antivírus Kaspersky Lab afirma ter identificado um arquivo malicioso entre os programas baixados pelo programa de atualização instalado em notebooks da Asus, o "Asus Live Update". Os detalhes do incidente, batizados de "ShadowHammer", ainda não foram revelados.
A Asus ainda não se pronunciou sobre as acusações. O incidente é conhecido desde janeiro e, segundo a Kaspersky Lab, a fabricante já foi notificada. Mesmo assim, nenhum comunicado foi emitido para os clientes que adquiriram os notebooks potencialmente afetados.
Segundo informações fornecidas pela Kaspersky Lab ao site "Motherboard", o código pode ter chegado a 500 mil computadores entre junho e novembro de 2018, mas os responsáveis pelo ataque queriam chegar a apenas algumas poucas máquinas. Isso porque o código só prossegue com o download de outros programas maliciosos caso o identificador da placa de rede do computador esteja em uma lista de 600 números definida pelo vírus.
Esse identificador, chamado de endereço de MAC (Media Access Control), é único para cada placa de rede. Por exemplo, se um computador possui uma conexão de rede com fio e outra sem fio, cada adaptador de rede terá seu próprio número MAC, mesmo que ambos tenham o mesmo fabricante. Outro computador que tiver os mesmos adaptadores também terá seu próprio número.
Isso significa que os atacantes provavelmente sabiam o MAC dos computadores alvos e utilizaram o mecanismo de atualização da Asus para poder chegar aos seus alvos. Isso, juntamente com o fato de que o vírus tinha uma assinatura digital válida da Asus, contribuiu para que o ataque passasse despercebido por tanto tempo.
O segundo estágio do vírus — que seria baixado apenas nesses computadores alvos — não foi analisado, porque o site que o distribuía não está mais no ar. Os especialistas precisariam identificar um computador em que a praga digital foi instalada para realizar uma perícia e desvendar as ações do código.

Semelhanças com casos anteriores

O programa CCleaner, um software gratuito que remove arquivos desnecessários do computador para liberar espaço e às vezes otimizar o sistema, sofreu um ataque semelhante em 2017, quando uma versão disponibilizada pelos canais oficiais de download do programa foi contaminada com um código malicioso.
Assim como a atualização da Asus, a versão adulterada do CCleaner contava com uma assinatura digital válida e legítima da desenvolvedora do software, a Piriform (a empresa hoje pertence à fabricante de antivírus Avast).
Embora o código tenha chegado a 2,27 milhões de pessoas, apenas algumas centenas delas foram de fato contaminadas com o "segundo estágio" do software espião. Isso porque o vírus verificava se o computador tinha uma configuração de rede corporativa específica.
Embora milhões de internautas tenham ficam expostos ao vírus, empresas como HTC, Samsung, Sony, VMware, Intel, Microsoft, Vodafone, MSI, Google e D-Link estavam entre os verdadeiros alvos dos responsáveis pelo ataque. Os responsáveis poderiam ter criado uma das maiores epidemias cibernéticas de todos os tempos, mas optaram por um mecanismo discreto para aumentar as chances de atingir os alvos verdadeiros.
O vírus "NotPetya", por outro lado, optou por contaminar todos os usuários vulneráveis através do mecanismo de atualização do programa de contabilidade M.E. Doc. A praga digital causou diversos estragos na Ucrânia, onde o software M.E. Doc era mais usado. A Rússia foi acusada de ser a responsável por esse vírus, que destruía computadores disfarçado como um vírus de resgate comum.

Artigo 13 e diretriz de direitos autorais na internet aprovados na Europa: o que isso significa?

Protestos na Alemanha contra a diretriz de direitos autorais, aprovada pelo Parlamento Europeu. — Foto: Sebastian Gollnow/AP

O Parlamento Europeu aprovou na última terça-feira (26) a polêmica Diretriz de Direitos Autorais, que busca traçar novas regras para produtores de conteúdo na internet.
Usuários e empresas de tecnologia afirmam que a medida vai tolher a liberdade na rede; legisladores dizem que novas regras irão proteger artistas e jornalistas e forçar empresas a pagá-los devidamente. Veja perguntas e respostas sobre o tema.

Por que a União Europeia está discutindo direitos autorais na internet?

Para o Parlamento, as legislações atuais sobre direito autoral estão ultrapassadas. Por isso, plataformas online e agregadores de notícias estão "ceifando todas as recompensas, enquanto artistas e jornalistas veem seu trabalho circular livremente, recebendo uma remuneração muito pequena por isso".
Segundo a explicação do próprio Parlamento Europeu, que aprovou a diretriz, o objetivo é "garantir que criativos (por exemplos músicos e atores), jornalistas e produtores de notícias se beneficiem do mundo online e da internet como eles fazem com o mundo offline."
O Parlamento também afirma que a diretriz não cria novos direitos para esses profissionais, mas garante que os direitos já existentes sejam melhor fiscalizados.

Por que o Artigo 13 causa polêmica?

Porque mexe na maneira como conteúdo funciona na internet hoje em dia.
Ele foi apelidado de "proibição de memes" e de "filtro de upload" porque joga a responsabilidade sobre violações de direitos autorais para as plataformas, como o YouTube.
Isso quer dizer que caberia ao site de vídeos, por exemplo, filtrar os conteúdos que entram, para assegurar que não haja violação do direito autoral de alguém. Hoje, essa prerrogativa pertence ao dono do direito autoral, que deveria denunciar quando seu trabalho é usado de maneira irregular por outro produtor de conteúdo.
Tido pelos críticos como o mais controverso, o Artigo 13 foi aprovado por uma margem pequena, de apenas 5 votos. No texto final, passou a ser o Artigo 17.
Outro ponto polêmico da diretriz é o Artigo 11, que ficou conhecido como "imposto do link", prevê a cobrança por compartilhamento de links e pequenos resumos de notícias em plataformas comerciais, como jornais e portais.

Como essas medidas podem afetar plataformas como YouTube e Google News?

O Artigo 13 exige que empresas como YouTube e Facebook assumam a responsabilidade por material protegido por direitos autorais que fosse carregado em suas plataformas.

Felipe Neto aderiu aos protestos contra a Diretriz aprovada na Europa. — Foto: Reprodução

O Artigo 11, por sua vez, envolve plataformas que agregam notícias, como o Google News. Segundo a diretriz, eles terão de pagar uma taxa e ter uma licença para disponibilizar links e pequenas descrições de reportagens de jornais, revistas e portais. A ideia é remunerar as empresas que fazem esse conteúdo.
Usuários que compartilharem pequenos trechos da notícia estão isentos da cobrança, segundo a diretriz. Ela destaca que não se deve "prevenir o uso privado legítimo e não-comercial" de publicações de imprensa.
Mas não deixa claro o que vale como plataforma comercial e se blogs que agregam notícias ou mesmo perfis no Facebook com grande audiência seriam enquadrados.

O que dizem as empresas?

Segundo as empresas, seria impossível manter o controle da quantidade gigante de conteúdo que entra todos os dias nessas plataformas.
Ainda enquanto aconteciam as discussões, o YouTube, uma das vozes mais críticas à diretriz, alegou que não teria como lidar com a quantidade de processos que surgiriam com a mudança por não conseguir vigiar a totalidade de vídeos e chegou a escrever uma carta, pedindo que os donos de canais na plataforma protestassem contra a aprovação da diretriz.
Na última semana, Reddit, PornHub, e Wikipedia também protestaram contra a lei.
O Google disse que a aprovação de leis baseadas na diretriz irá "levar a incerteza jurídica e prejudicar as economias digitais e criativas da Europa".
Do outro lado também há partidários. Em uma carta aberta, assinada por mais de 100 associações de autores e escritores, a Aliança de Compositores Europeus (ECSA, na sigla em inglês) afirma que "a diretriz diz respeito ao futuro das culturas da Europa" e que o "Parlamento Europeu cumpriu um papel fundamental nas negociações, garantindo às gerações futuras acesso a liberdade de expressão."

O que dizem as autoridades da Europa?

O Parlamento afirma que a diretriz não tem por objetivo atingir o usuário médio e que a liberdade dentro da internet, assim como, no "mundo real", vai continuar a existir, contanto que não restrinja os direitos e liberdade dos outros.
"Uma plataforma online não deve ganhar dinheiro com material criada por outras pessoas sem compensá-las", afirma o Parlamento Europeu, em comunicado. "Assim, a plataforma é responsável legalmente se houver, em seu site, conteúdo cujo criador não foi propriamente pago. Isso significa que aqueles que tiverem seu trabalho usado de maneira ilegal podem processar a plataforma."
Sofia Colares Alves, representante-chefe da Comissão Europeia em Portugal, escreveu uma carta para youtubers dizendo que "o artigo 13º [...] não vai afetar os vossos canais. Dirige-se, isso sim, a plataformas como o YouTube, que têm lucrado graças a conteúdos que não cumprem as leis de direitos de autor”.

Manifestante pede "sim", em Strasbourg, na França, para a nova diretriz de direitos autorais para a Europa — Foto: Vincent Kessler/Reuters

Quais os próximos passos após a aprovação?

A diretriz agora será submetida aos países-membro, que precisam passar legislações próprias, dentro de seus parlamentos, para ficar de acordo com o que foi definido pelos legisladores de todo o bloco econômico.

O projeto aprovado na UE pode trazer consequências para a internet no Brasil agora? E no futuro?

É difícil dizer com certeza, mas é possível. Dependendo do conteúdo que seja disponibilizado em plataformas como YouTube, ele deixaria de passar em alguns países da Europa que tiverem leis em linha com a diretriz aprovada pelo Parlamento Europeu.
O Brasil já usou leis sobre tecnologia e dados da Europa para balizar legislações locais também, como aconteceu com a Lei Geral de Proteção de Dados — que foi livremente inspirada na General Data Protection Regulation (GDPR), da Europa e começará a valer no ano que vem.

A UE já tentou aprovar outras medidas antes destas?

Sim e não. No caso do Artigo 11, questões semelhantes já foram tratadas. Na Espanha, um projeto de 2014 estabeleceu que as empresas de comunicação cobrassem dos agregadores por compartilhar resumos de notícias.
O Google reagiu, fechando a divisão local do Google News. E os pequenos agregadores locais deixaram de funcionar porque não conseguiram arcar com os custos do compartilhamento. O tráfego dos sites de notícia do país caiu 15% na média.
Na Alemanha, uma lei de 2013 permitia que criadores de conteúdo escolhessem cobrar ou não por notícias. O resultado foi o Google deixando de mostrar sites que optaram pela cobrança e uma consequente queda no tráfego online.
No caso do Artigo 13, o tema de direitos autorais dentro da internet ainda é muito novo e estava submetido a legislações antigas sobre o tema. A diretriz é, inclusive, uma tentativa de atualizar esse corpo de leis.

Facebook anuncia que vai banir nacionalismo e separatismo da rede social

Facebook identificou sobreposição de ideias nacionalistas com grupos de ódio, como os supremacistas brancos que carregaram tochas, em 2017, na Universidade da Virgínia, em Charlottesville, nos Estados Unidos — Foto: Alejandro Alvarez/News2Share via Reuters

Facebook anunciou nesta quarta-feira (27) que irá remover qualquer tipo de suporte, apoio e representação de conteúdo nacionalistas, supremacistas brancos e separatistas da rede social.
"Está claro que esses conceitos estão profundamente ligados a grupos de ódio organizados e não têm espaço nos nossos serviços", disse a empresa em nota. O Instagram, que é do Facebook, também está sujeito à nova regra e passará pelo mesmo filtro.
Segundo a empresa, há muito tempo as políticas internas proíbem tratamento de ódio com base em características como raça, etnia e religião — e isso incluía supremacistas brancos também. Mas, segundo o próprio Facebook, essa lógica não era aplicada para outras questões, como separatismo e nacionalismo
"Nos últimos 3 meses nossas conversas com membros da sociedade civil e acadêmicos especializados em relações de raça confirmaram que nacionalismo branco e separatismo não pode significativamente serem separados da supremacia branca e de grupos de ódio organizados", afirmou a empresa, que percebeu uma sobreposição dos grupos de ódio catalogados na política interna de "indivíduos perigosos" com os temas em questão.
O Facebook também afirma que as pessoas ainda poderão demonstrar orgulho de sua herança étnica, mas que o apreço por ideias supremacistas e separatistas não serão mais tolerados.

Facebook atualiza políticas e vai começar a redirecionar quem buscar por conteúdo de ódio para grupos de apoio. — Foto: Divulgação/Facebook

A rede social também afirmou que, a partir de hoje, quem fizer buscas por conteúdo supremacista branco será direcionado para páginas com recursos que ajudam a "deixar o ódio para trás". Essa atitude envolve uma parceria com a organização Life After Hate (Vida Depois do Ódio, em tradução livre), fundada por antigos extremistas que agora trabalham com educação, intervenção e grupos de apoio.
O Facebook já havia tido problemas com neonazistas em 2017, quando lidou com compartilhamento de sites e notícias por parte desse grupo de ódio durante protestos em Charlottesville, no estado norte-americano da Virgínia.

FBI anuncia operação que desmantelou 'mercados negros' no submundo da web

O FBI, autoridade de polícia federal dos Estados Unidos, anunciou que vem deflagrando uma operação chamada de "SaboTor" para desmantelar as redes que vendem drogas ilícitas nas "darknets", as redes anônimas da Internet.
Contando com a cooperação da Europol, da União Europeia, e de outras agências dos Estados Unidos, inclusive os serviços de inspeção postal, os investigadores norte-americanos prenderam 61 indivíduos e confiscaram US$ 7 milhões (cerca de R$ 27 milhões) em criptomoedas, dinheiro e ouro.
A colaboração entre as agências americanas e autoridades internacionais faz parte de uma iniciativa conjunta chamada "J-CODE", que mira os mercados do submundo da rede responsáveis pela comercialização de opioides. Os mandados de prisão e de busca e apreensão desta operação estavam sendo conduzidos desde janeiro. Os policiais também apreenderam 299 quilos de drogas e 51 armas de fogo.
A operação é uma espécie de sucessora da "Disarray", uma operação de 2018 que começou a integrar as agências americanas e a treinar policiais para investigações no submundo da rede. O nome da nova operação, "SaboTor", faz referência às palavras "sabotagem" e "Tor", que é a rede anônima mais popular em uso atualmente.

Agente do FBI realiza buscas durante Operação Disarray, que combateu tráfico de drogas no submundo da internet. — Foto: Divulgação/FBI

O foco da "SaboTor" foi identificar os vendedores que movem a droga, muitas vezes enviando os pacotes pelos correios a partir de endereços residenciais. Os esforços, de acordo com o FBI, resultaram no fechamento de 50 contas usadas para atividades ilegais nas darknets.
O FBI destacou que parte das pistas que auxiliaram os investigadores foram colhidas de casos de morte resultantes de overdose. Dados do governo americano apontam que 70.237 pessoas morreram de overdose em 2017 nos Estados Unidos — 2 em cada 3 delas por conta de substâncias opiáceas.

Mercado mais antigo anunciou 'fechamento'

Embora o FBI tenha afirmado que o alvo da "SaboTor" foram os vendedores que atuam em mercados nas redes anônimas e não esses mercados em si, internautas que frequentam esses espaços estão diante de um mistério: o site mais antigo do gênero ainda em operação, anunciou que fechará as portas no dia 30 de abril e um novo site "parceiro" assumirá seu legado.
Esse site não foi mencionado pelo FBI, mas a proximidade entre os anúncios da operação e do fechamento do site deve fortalecer ainda mais as suspeitas que já vinham circulando sobre o confisco da página pela autoridade policial. O site funcionava desde 2013 e continuou no ar mesmo quando outras plataformas semelhantes foram alvo das autoridades.
Em fóruns da web e na deep web, muitos usuários relatam não conseguir mais utilizar o dinheiro depositado no marketplace e nem resgatá-lo por terem esquecido o número de identificação pessoal (PIN, na sigla em inglês), que serve para autenticar usuários.
Outros falam em golpe, insinuando que os donos do mercado estão abandonando os usuários e ficando com o dinheiro que passa pelo site e fica retido até a confirmação das negociações. A página aceitava pagamentos em criptomoedas.

Startup brasileira que oferece cursos online para surdos fica entre as 6 melhores do mundo em Dubai

Finalistas e jurados do prêmio Next Billion, em Dubai — Foto: Fabrício Vitorino/G1

A startup brasileira Signa, que oferece uma plataforma de educação online para surdos, ficou entre as seis melhores do mundo no prêmio Next Billion, realizado durante o Global Education and Skills Forum, em Dubai, nos Emirados Árabes, na semana passada. A grande vencedora foi a plataforma Ubongo, da Tanzânia, que levou o prêmio de US$ 25 mil, ou quase R$ 100 mil.
A empresa africana oferece entretenimento educacional para crianças de 9 a 14 anos do continente, e o serviço já tem cerca de 5 milhões de usuários na África e opera em quatro línguas. Seu desenho animado “Ubongo Kids” ensina matemática e ciências através de histórias animadas – e as crianças podem interagir na plataforma via SMS ou Facebook. “Nós já estamos atuando junto às crianças e agora pretendemos fazer muito mais. Queremos atingir 20 milhões de jovens até 2022 – mas nosso objetivo final é impactar 440 milhões”, diz Nisha Ligon, CEO do Ubongo.
As outras duas startups do top 3 foram a Dost, do Egito, uma plataforma que cria pequenos áudios para que os pais possam acompanhar a vida escolar de seus filhos; e a PraxiLabs, da Índia, que oferece laboratórios de ciências em 3D para escolas no Oriente Médio, onde os alunos podem fazer simulações em biologia, química e física.

Top 30 entre 30 mil startups

A brasileira Signa, que chegou ao top 30 de uma lista com cerca de 30 mil startups de todo o mundo, participou de três “pitches” – pequenas apresentações para um grupo de jurados – ao longo dos três dias de competição. “No primeiro dia fiquei mais nervosa, mas consegui fazer uma apresentação com bastante impacto. Já participei de várias competições nacionais e internacionais, mas foi a primeira vez que fiz uma maratona de pitches”, diz Fabíola Rocha, cofundadora e diretora geral da Signa, que abriu seu “pitch” em língua de sinais, surpreendendo os jurados e a plateia.
A plataforma online de educação e capacitação para pessoas surdas, em Libras (língua brasileira de sinais) e com legendas, não tem concorrentes no Brasil, e mesmo no mundo. E o conteúdo é feito praticamente todo pela comunidade surda – seja produzido pela própria Signa, seja pela comunidade, de uma forma similar ao YouTube, por exemplo.”
Apesar de não ter levado o prêmio, Fabíola acredita que o prêmio tem uma importância enorme por ser um dos poucos exclusivamente voltados para EdTechs – empresas digitais voltadas para a educação: “A gente sempre participa de eventos de impacto social, onde as empresas de EdTech acabam sendo um patinho feio. Mas o Next Billion, aqui em Dubai, foi realmente 100% EdTech. Foi o nosso setor”, diz Fabíola.
A diretora da Signa acabou sendo um dos destaques nos “pitches”- momento crucial para as startups venderem seu trabalho e conseguirem investimentos. Para ela, é preciso muito treino, seguir um roteiro específico e, o mais importante, ouvir feedbacks: “Só praticar sozinho não resolve, a pressão é diferente. Minha dica principal é gravar tudo. Escrevo, leio para bater com o tempo exigido e mando para mentores, amigos e equipe. Ouço os feedbacks, arrumo até chegar no modelo certo. É um processo de produção. Achar que um bom pitch vem de dom e improviso é mentira. Improviso é bom, mas é preciso treinar, treinar e treinar.”

Samsung espera lucro abaixo do esperado após queda no preço de chips

Kim Ki-nam, presidente da divisão de semicondutores da Samsung, durante reunião geral com acionistas da empresa — Foto: REUTERS/Kim Hong-Ji/Pool

A Samsung disse nesta terça-feira (26) que o lucro do primeiro trimestre deste ano provavelmente não alcançará as expectativas do mercado. A razão são as quedas nos preços dos chips e da desaceleração na demanda por painéis de telas.
O anúncio veio depois que a Samsung disse a acionistas na semana passada que o fraco crescimento econômico global e a demanda mais fraca por chips de memória, seu principal negócio, pesariam sobre as operações em 2019.
"A empresa espera que o declínio de preço dos principais chips de memória seja maior que o esperado", afirmou a Samsung em comunicado antes da divulgação de resultados na próxima semana.
Esperava-se que a Samsung reportasse lucro operacional de 7,2 trilhões de won (US$ 6,4 bilhões) para o período de janeiro a março, segundo a Refinitiv SmartEstimate, mais de 50% abaixo dos 15,6 trilhões de won registrados no mesmo período do ano passado.
As vendas devem cair para 53,7 trilhões de won, contra 60,6 trilhões de won há um ano, segundo a Refinitiv.
"Os estoques se acumulando na área de chips de memória e o fraco desempenho do mercado de telas devido às vendas ruins dos iPhones da Apple estão prejudicando a lucratividade da Samsung", disse Lee Won-sik, analista da Shinyoung Securities.

Volvo anuncia chave que limita velocidade e câmeras que detectam embriaguez para 2020

Volvo já testa câmeras e sensores que detectarão motorista embriagado ou desatento — Foto: Divulgação/Volvo
Uma chave que limita a velocidade do veículo e câmeras que detectam motorista embriagado. Essas são as novas apostas da Volvo para reforçar a segurança de seus carros, após o anúncio de que todos eles terão velocidade limitada a partir de 2020.
Batizada de Care Key, algo como "chave de cuidado" ou "chave de precaução" em tradução livre para o português, a chave será um item de série em todos os Volvo a partir de 2021.
Com ela, o proprietário do veículo poderá definir limites de velocidade para situações ou pessoas específicas, como para amigos, outros membros da família ou manobristas. De qualquer forma, a máxima permitida será de 180 km/h.
“Muitos querem poder compartilhar seu carro com amigos e familiares, mas não sabem sobre como se certificar de que estão seguros", apontou Håkan Samuelsson, presidente-executivo da Volvo.
A marca promete ainda apresentar a tecnologia às seguradoras para reduzir os valores dos seguros.

Care Key da Volvo — Foto: Divulgação/Volvo

Já para conter motoristas embriagados e/ou desatentos, a Volvo instalará uma série de câmeras e sensores no interior de todos os veículos construídos sobre a plataforma SPA2 já a partir do início de 2020. Números e especificações técnicas dos itens ainda não foram revelados.
A proposta é de que as câmeras e os sensores monitorem as condições do motorista, identificando olhos fechados, reações lentas e falta de movimentos significativos por longos períodos de tempo.
Ao julgar embriaguez ou falta de atenção, o veículo interfere e escolhe a melhor opção para o momento: limitar a velocidade do veículo, alertar o serviço de assistência da Volvo OnCall ou até parar totalmente o carro de forma segura.
“Algumas pessoas ainda acreditam que podem dirigir depois de tomar uma bebida e que isso não afetará suas capacidades. Queremos garantir que as pessoas não sejam colocadas em perigo como resultado da embriaguez”, disse Trent Victor, professor de direção da Volvo.