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SERIAL DE ATIVAÇÃO WINDOWS 10 TODOS (ACTIVATION SERIAL WINDOWS 10 ALL)

Está é a maior lista da internet de Serial, Chave e Key de instalação do Windows 10 (This is the Internet's largest list of Windows 10 Serial, Key and Key installation)

AutoCAD 2017 + Crack Completo em Português-BR

AutoCAD 2017 + Crack, Completo em Português-BR é o software mais utilizado no campo da engenharia, arquitetura e design de produtos, consagra-se como uma das ferramentas de desenho técnico mais completas e profissionais disponíveis no mercado.

SketchUp Pro 2017 + V-Ray + Crack – Português

SketchUp Pro 2017 foi desenvolvido para os estágios conceituais do projeto, com uma estrutura 3D muito fácil de aprender. Numa analogia, SketchUp Pro pode ser considerado “o lápis do desenho digital”.

SSD: conheça mitos e verdades do hardware e tire suas dúvidas

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Bitcoin supera US$ 10 mil pela primeira vez desde março de 2018

Bitcoin  — Foto: Shutterstock

O preço do bitcoin, a primeira e principal criptomoeda, era negociado nesta segunda-feira acima dos US$ 10 mil por unidade, o que não acontecia pela primeira vez desde março de 2018.
Durante a noite, a cotação da moeda virtual chegou a US$ 11.251,21 por um bitcoin, o nível mais elevado em quase 16 meses, de acordo com a agência financeira Bloomberg.
O bitcoin superou a barreira simbólica dos 10.000 dólares no sábado, de acordo com o site especializado Coinmarketcap.
Na manhã desta segunda-feira, um bitcoin valia US$ 10.862,05, de acordo com dados compilados pela Bloomberg. A criptomoeda permanece, no entanto, abaixo de seu recorde absoluto de 19.511 dólares, registrado em dezembro de 2017.
"O aumento do preço do bitcoin se deve principalmente ao renovado interesse global pelas criptomoedas e pela tecnologia que as sustenta", afirmou Naeem Aslam, analista do Think Markets.
Ele afirmou que o projeto Libra do Facebook "trouxe ventos favoráveis mais que necessários para este meio". Na semana passada, a rede social americana anunciou oficialmente seu projeto de criptomoeda, que tem lançamento previsto para o início de 2020.
Analistas consideram que o fato de uma empresa como o Facebook entrar no setor devolve à visibilidade aos ativos virtuais.
Desde o início da semana passada e da cobertura da imprensa sobre o projeto Libra, o bitcoin se valorizou em 20%.

Bill Gates diz que seu maior erro foi não ter conseguido fazer a Microsoft superar o Android

Fundador da Microsoft Bill Gates durante evento de tecnologia em Pequim, na China — Foto: Thomas Peter/Reuters

Bill Gates, co-fundador e antigo executivo chefe na Microsoft, afirmou em entrevista à empresa de investimentos Village Global que um de seus maiores erros foi ter permitido que o Android se tornasse um grande sistema operacional em detrimento dos softwares feitos pela Microsoft.
"Esses são mercados do tipo 'o vencedor leva tudo'. Então meu maior erro foi ter me engajado em algum tipo de ingerência que levou a Microsoft a não ser o que o Android é. O Android é a plataforma não-Apple padrão. Era uma coisa natural para a Microsoft ocupar esse espaço", disse Gates.
"Só existe espaço para apenas um sistema operacional que não seja Apple e quanto isso vale? US$ 400 bilhões que seriam transferidos da companhia G para a companhia M", afirmou o bilionário filantropo, se referindo ao Google, que comprou o Android por US$ 50 milhões em 2005.
O ex-CEO do Google Eric Schmidt afirmou em 2012 que o objetivo inicial era de fato vencer a Microsoft no mercado de sistemas operacionais móveis. "Na época, nós temíamos que a estratégia de celulares da Microsoft fosse dar certo", afirmou durante uma audiência legal entre o Google e a empresa de software Oracle em 2012,
A afirmação surpreendeu alguns, já que Gates deixou a presidência executiva da Microsoft em 2000. Ele foi sucedido na presidência por Steve Ballmer, que permaneceu como chefe da gigante de tecnologia até 2014 e era o CEO durante os anos quem os smartphones estouraram, a partir de 2007, com o lançamento do iPhone. Gates foi chefe de arquitetura de software até 2008, após deixar o cargo de presidente.
Ballmer riu durante uma entrevista quando perguntado sobre o celular da Apple, afirmando que não seria apelativo para clientes por causa do preço e por não ter teclado, o que o tornaria uma ferramenta "difícil para enviar e-mails".
Em 2008, durante uma reunião de emergência, a Microsoft decidiu deixar de lado o projeto do Windows Mobile e abraçar o projeto do Windows Phone. Segundo a consultoria IDC, o sistema Android deve estar em mais de 86% dos celulares vendidos no mundo até o final do ano.

Google diz que centenas de fabricantes venderam celulares Android com aplicativos nocivos de fábrica

Estatísticas do Google mostram que é mais seguro instalar apenas aplicativos pelo Google Play. — Foto: Divulgação
Google mostram que é mais seguro instalar apenas aplicativos pelo Google Play. — Foto: Divulgação
O Google publicou o relatório de segurança anual em que detalha os desafios e avanços do Android. O principal destaque do ano de 2018 foram os programas nocivos embutidos pelos próprios fabricantes de smartphones: de acordo com o Google, "centenas" de integradores e fabricantes colocaram esse tipo de software nos celulares durante o processo de fabricação, deixando milhões de usuários com celulares contaminados.
O Brasil foi um dos países mais impactados por essa prática. Segundo os números do Google, os brasileiros são os que menos instalam programas nocivos entre os cinco maiores mercados do Android (Índia, Estados Unidos, Brasil, Indonésia e Rússia).
Mas um único integrador ou fabricante brasileiro, cujo nome não foi informado, foi responsável pela distribuição de 4 dos 10 programas nocivos mais comuns encontrados no Brasil — tudo instalado já de fábrica.
Outros 2 aplicativos prejudiciais comuns no Brasil foram distribuídos na loja de aplicativos oferecida por um segundo fabricante, que também não teve seu nome divulgado. A loja oficial do Android é o Google Play, mas alguns fabricantes oferecem lojas alternativas e pré-autorizadas nos celulares que comercializam. De acordo com o Google, esse fabricante possui um número elevado de programas nocivos em sua loja.
Os outros 4 programas que aparecem entre os 10 aplicativos nocivos mais instalados no Brasil são ferramentas que diminuem a segurança do Android (o que não é recomendado pelo Google) ou que viabilizam o uso de aplicativos piratas (o que é ilícito).
Na média mundial, programas nocivos foram encontrados em 0,08% dos celulares que instalaram apenas aplicativos a partir do Google Play. Celulares que se aventuraram fora da loja oficial do Google apresentaram um resultado oito vezes pior: 0,68% tinham algum programa potencialmente malicioso. No entanto, quem instala aplicativos fora da loja oficial agora também recebe um alerta se o programa baixado for software prejudicial já conhecido.

Milhões de aparelhos contaminados

O Google forneceu algumas informações sobre o funcionamento desses aplicativos clandestinos.
Um deles, chamado de Chamois, foi instalado 199 milhões de vezes. O programa foi distribuído de várias maneiras: além de ter sido instalado de fábrica por alguns fabricantes, ele foi oferecido como componente na criação de aplicativos e injetado em aplicativos populares instalados fora do Google Play. Quando instalado, o Chamois permite que o golpista instale outros aplicativos no celular e realize fraude em publicidade e SMS.
Estátuas do Android, na sede do Google, em Mountain View, Califórnia.  — Foto: Helton Simões Gomes/G1Estátuas do Android, na sede do Google, em Mountain View, Califórnia.  — Foto: Helton Simões Gomes/G1Estátuas do Android, na sede do Google, em Mountain View, Califórnia. — Foto: Helton Simões Gomes/G1
O Triada e o Cosiloon também são programas fraudulentos que permitem o controle remoto do celular. O Cosiloon veio instalado de fábrica em celulares não certificados pelo Google. O Triada também vinha instalado de fábrica, mas o Google afirma ter remediado a situação, cooperando com fabricantes para o lançamento de atualizações de sistema que eliminam o Triada. Esse software foi detectado pelas fabricantes de antivírus Kaspersky Lab e Dr. Web.
Outro aplicativo malicioso instalado de fábrica é o EagerFonts, que acompanhava uma versão adulterada da aplicação de fontes do Android. O Google afirma que esse aplicativo foi embutido por "centenas" de fabricantes e que 12 milhões de usuários foram impactados.
A loja Google Play também não ficou imune. Um dos programas nocivos destacados pelo Google, chamado de BreadSMS, foi instalado 11 milhões de vezes — 98% delas através do Google Play. Esse aplicativo tenta assinar serviços em nome do consumidor, aumentando a conta de telefone. De acordo com o Google, o aplicativo mostra janelas de confirmação quando é testado com o intuito de enganar análises de segurança. Essas janelas não aparecem no mundo real, fazendo com que o consumidor pague por um serviço que nunca contratou.

Como um celular é contaminado 'de fábrica'?

Os fabricantes de celulares são responsáveis pelo preparo das chamadas "imagens de sistema". Essa "imagem" não é uma figura ou desenho, mas sim um pacote de dados formado pelo sistema operacional e aplicativos que serão pré-instalados. Durante o processo de fabricação, essa imagem é copiada para a memória do telefone, permitindo que ele funcione adequadamente com todo o hardware incluído pelo fabricante.
Em alguns casos, acordos comerciais firmados pelos fabricantes acabam levando softwares complementares e dispensáveis para essa imagem de sistema. A finalidade é divulgar um produto ou supostamente adicionar funcionalidades ao telefone. O fabricante pode ser pago pela inclusão do software, o que ajuda a baixar o preço do smartphone.
Embora seja possível que alguns fabricantes atuem de má-fé e coloquem software prejudicial nos produtos ou que técnicos atuem de forma clandestina para adulterar a imagem, também há casos em que a empresa terceirizada não divulga em detalhes o funcionamento do aplicativo e mente para o fabricante sobre o comportamento do aplicativo que oferece.
De acordo com o Google, os criadores desses programas nocivos têm mais facilidade para enganar um funcionário de uma fabricante do que enganar milhares de usuários para divulgar um aplicativo malicioso. Um aplicativo pré-instalado no Android também pode ter permissões que um programa normal jamais teria sem quebrar o sistema de segurança no sistema.

Cooperação com fabricantes

Em 2018, o Google expandiu uma iniciativa chamada de Build Test Suite (BTS) para auxiliar fabricantes no processo da geração das imagens de sistema. A ideia é detectar possíveis problemas durante o processo de fabricação dos celulares, permitindo remediar a situação antes que o produto chegue ao mercado.
Durante o primeiro ano de funcionamento do BTS, isso aconteceu 242 vezes — são centenas de aparelhos que teriam chegado ao mercado com aplicativos nocivos incluídos de fábrica.
A existência dessa nova iniciativa do Google explica a quantidade de revelações envolvendo a negligência dos fabricantes este ano: esse estudo nunca foi realizado na mesma escala antes. O fenômeno de programas nocivos instalados de fábrica no Android já era conhecido, mas é a primeira vez que há dados mais concretos sobre a prevalência do problema.
Quem quiser aumentar as chances de evitar esses problemas pode recorrer a modelos da série "Android One" (que não trazem modificações feitas por fabricantes) ou a celulares do próprio Google, que não são comercializados oficialmente no Brasil.

Conheça o Fênix, supercomputador da Petrobras entre os maiores do mundo

O supercomputador Fênix da Petrobras é o mais poderoso da América Latina para processamento geofísico e está na 142ª posição do Top500, lista que mostra os 500 maiores computadores do mundo e que é atualizada a cada semestre. Formado por 48.384 núcleos de processamento e um total de 55.296 gigabytes de memória, a máquina deve diminuir o tempo de processamento dos algoritmos de simulação da Petrobras em quatro vezes, se comparado com outras tecnologias dentro do parque tecnológico da petroleira.O computador foi fabricado pela francesa Bull, roda Linux e opera a partir de hardware de Intel e Nvidia.
Supercomputador da Petrobras será usado em simulação geofísica — Foto: Divulgação/Petrobras

O Fênix, que entrou em operação em março, é usado pela Petrobras para realizar processos de simulação geofísica rodando em um ambiente Linux (em específico, a distribuição CentOS). Nesses testes, o computador usa uma série de leituras sísmicas coletadas tanto no fundo do mar como na terra.
Essas leituras são processadas nos algoritmos de análise da empresa para criar uma imagem mais clara do que se esconde abaixo da superfície. As simulações permitem que os técnicos antecipem a configuração das camadas mais profundas do subsolo, criando um modelo completo, que indica onde pode existir petróleo, mas também qual é o aspecto dos diversos níveis do solo que precisam ser perfurados. De acordo com a Petrobras, esses dados aumentam a eficiência da prospecção de riquezas e também contribuem para a diminuição de riscos de acidentes na hora de realizar intervenções.
Do ponto de vista do hardware, o Fênix é formado por um total de 12.096 processadores Intel Xeon Gold 5122 (a título de curiosidade, uma CPU dessas pode custar mais de R$ 20 mil), auxiliados pela alta capacidade de processamento paralelo das Nvidia Tesla V100, GPUs especializadas para supercomputadores. Essa massa de processadores permite que o Fênix alcance uma performance computacional bruta de 1.836 teraflops (em teoria, 4.397 teraflops), precisando de um suprimento de 287 quilowatts para operar.
Embora os números do Fênix não façam feio, o computador da Petrobras fica longe dos 10 mais poderosos do mundo. O atual recordista é o Summit, localizado no Oak Ridge National Laboratory nos Estados Unidos: formado por 2.414 milhões de núcleos de processamento Power9 da IBM, o Summit tem uma performance estimada na faixa dos 148.600 teraflops.

Do CS ao CS:GO: veja a evolução do jogo FPS da Valve

A franquia Counter-Strike é uma das mais famosas do mundo dos videogames e dos esports. Lançado inicialmente como um mod do game Half-Life, o jogo fez sucesso ainda em sua versão beta e foi disponibilizado para download pela Valve oficialmente em novembro de 2000. O game marcou a geração das lan houses e foi um dos percursores dos jogos competitivos. A versão mais recente da série, o Counter-Strike: Global Offensive, chegou em 2012 e faz sucesso até hoje. Confira, a seguir, a evolução dos jogos em um comparativo entre o CS e o CS:GO.CS 1.6 foi lançado oficialmente em 2000 e ainda é popular na Steam — Foto: Divulgação/Valve

Lançamento e plataformas

Após 19 versões beta, Counter-Strike foi lançado oficialmente em 2000 somente para PC, na versão 1.0. O jogo recebeu diversas atualizações até chegar na 1.6, jogada até os dias de hoje. Em sua versão base, o game contava com o modo multiplayer com diversos mapas distribuídos em modos de detonação de bomba (que contam com prefixo "de_" antes de seu nome), resgate de refém ("cs_") e assassinato ("as_"). É possível também jogar partidas com bots. Em 2019, CS 1.6 ainda conta com uma média de aproximadamente 10 mil jogadores por mês, sendo um dos 50 games mais populares na Steam.
Já Counter-Strike: Global Offensive foi disponibilizado para PlayStation 3,Xbox 360 e PC quando foi lançado em 2012. Apesar disso, muitas de suas atualizações não estão disponíveis para os consoles, como a que deixou o jogo gratuito e acrescentou um modo Battle Royale no fim de 2018. CS:GO conta com os mapas do CS 1.6 repaginados, com melhores gráficos e algumas alterações no layout, além de também oferecer playlists de jogos mata-mata, corrida armada, entre outros.

Gráficos, modos e mods da comunidade

O mapa Dust2 é popular em ambos os games, mas tem gráficos atualizados no CS:GO — Foto: Reprodução/Lucas Batista


Tanto CS 1.6 quanto CS:GO contam com gráficos bons para jogos que buscam ser acessíveis para computadores mais básicos. A primeira versão da franquia tem similaridades com Half-Life, enquanto a mais recente conta com a engine Source, disponível desde Half-Life 2 e otimizada para os dias de hoje. Os mapas são frequentemente atualizados e melhorados pela própria desenvolvedora.
Ambos os games também recebem muitas modificações da comunidade. Entre os mods clássicos do CS 1.6 estão os mapas de surf, onde o jogador pode deslizar por superfícies diversas, e que também estão presentes na versão mais recente do jogo. Mudanças criadas pela própria comunidade também foram implementadas oficialmente pela Valve no CS:GO, como o modo Deathmatch.

Competitivo

A equipe de FalleN foi vencedora de dois Majors  — Foto: Divulgação/ESLA equipe de FalleN foi vencedora de dois Majors  — Foto: Divulgação/ESLA equipe de FalleN foi vencedora de dois Majors — Foto: Divulgação/ESL
As competições de CS 1.6 foram disputadas em eventos como a Cyberathlete Professional League (CPL), World Cyber Games (WCG) e Electronic Sports World Cup (ESWC). De acordo com o site Esports Earnings, o game distribuiu mais de US$ 13 milhões (R$ 50 milhões na cotação atual) em prêmios e Brasil foi um dos países de destaque no cenário internacional. A antiga Made in Brazil (MIBR) venceu a ESWC 2006 e a DreamHack Winter 2007, e contou com jogadores que ficaram marcados na história do jogo, como Raphael "cogu" Camargo e Lincoln "fnx" Lau.
Com o CS:GO, a franquia se consolidou ainda mais no cenário competitivo, distribuindo mais de US$ 76 milhões (R$ 293 milhões em conversão direta) e se tornando o segundo jogo que mais premiou da história. Atualmente, o game conta com dois Majors oficiais da Valve por ano, além de outros campeonatos de sucesso, como a ESL Pro League, a BLAST Pro Series e a ESL One. O Brasil é um país de destaque no cenário competitivo de CS:GO, com nomes de sucesso como Gabriel "FalleN" Toledo e Marcelo "coldzera" David. Os jogadores, que atualmente estão na line up da MIBR, venceram dois Majors enquanto atuavam na Luminosity Gaming e SK Gaming.

Torneio de Guildas no Free Fire: veja os prêmios e como participar

Free Fire Battlegrounds, Battle Royale da Garena, tem o Torneio de Guildas, uma evento semanal em que os clãs podem ganhar recompensas individuais e coletivas por jogarem com outros membros. Para conquistar os prêmios é preciso reunir dog tags que dropam no final de cada partida. O sistema está disponível nas versões do game para baixar em celulares Android e iPhone (iOS) do game. Vejam a seguir, como participar do Torneio de Guilda e os bônus disponíveis no evento. O tutorial foi realizado em um celular Motorola com Android 9 (Pie), mas o procedimento é parecido no sistema da Apple.


Saiba como participar do Torneio de Guilda no Free Fire — Foto: Divulgação/Garena
Saiba como participar do Torneio de Guilda no Free Fire — Foto: Divulgação/GarenaSaiba como participar do Torneio de Guilda no Free Fire — Foto: Divulgação/Garena

Como participar do Torneio de Guildas

Passo 1. Acesse o Free Fire Battlegrounds em seu celular. Na página inicial vá até o menu no canto superior direito e escolha o tipo de game: Duo ou Squad;
Acesse o Free Fire e escolha o modo de jogo — Foto: Reprodução/Arte Nicollas RibeiroAcesse o Free Fire e escolha o modo de jogo — Foto: Reprodução/Arte Nicollas RibeiroAcesse o Free Fire e escolha o modo de jogo — Foto: Reprodução/Arte Nicollas Ribeiro
Passo 2. Em seguida, clique em "Guilda", no canto inferior esquerdo, para verificar quais membros da sua aliança estão online;
Clique em Guilda para visualizar os membros que estão online no Free Fire — Foto: Reprodução/Arte Nicollas RibeiroClique em Guilda para visualizar os membros que estão online no Free Fire — Foto: Reprodução/Arte Nicollas RibeiroClique em Guilda para visualizar os membros que estão online no Free Fire — Foto: Reprodução/Arte Nicollas Ribeiro
Passo 3. Toque o ícone com símbolo de "+" para enviar um convite para todos os membros da guilda. Quando seu Squad ou Duo estiver formado, clique em "Começar" para iniciar uma partida.
Envie um convite, aguarde o squad ser montado e inicie uma partida — Foto: Reprodução/Arte Nicollas RibeiroEnvie um convite, aguarde o squad ser montado e inicie uma partida — Foto: Reprodução/Arte Nicollas RibeiroEnvie um convite, aguarde o squad ser montado e inicie uma partida — Foto: Reprodução/Arte Nicollas Ribeiro
Pronto! Basta terminar a partida para receber a pontuação de acordo com o desempenho.
Premiações do Torneio de Guildas
Premiação Individual:
  • 20 Dog Tags = 3x Ticket de Ouro;
  • 40 Dog Tags = 2000 de Ouro;
  • 65 Dog Tags = 1 PlayCard de 24h;
  • 90 Dog Tags = 1 PlayCard de 3 dias.
Premiação Guilda:
  • 400 Dog Tags = 500 de Honra e 3 Mapa do Tesouro para cada membro;
  • 800 Dog Tags = 800 de Honra e 3 Chamar Airdrop para cada membro;
  • 1250 Dog Tags = 1200 de Honra e 1 Cartão Scanner de 24h para cada membro;
  • 1800 Dog Tags = 1800 de Honra e 1 Cartão de Sala para cada membro.
Lista de recompensas do Torneio de Guilda do Free Fire — Foto: Reprodução/Nicollas RibeiroLista de recompensas do Torneio de Guilda do Free Fire — Foto: Reprodução/Nicollas RibeiroLista de recompensas do Torneio de Guilda do Free Fire — Foto: Reprodução/Nicollas Ribeiro