The Technology a empresa (The Technology the company)

Aos que estão querendo montar seu PC ou comprar um Notebook a The Technology está com diversas promoções, tudo com 1 ano de garantia e nota fiscal. Quem quiser mais informações entre em contato com a empresa: Instagram: @the.technology WhatsApp: +5531999858373 To those who are looking to assemble their PC or buy a Notebook, The Technology has several promotions, all with 1 year warranty and invoice. Whoever wants more information contact the company: Instagram: @ the.technology WhatsApp: +5531999858373

SERIAL DE ATIVAÇÃO WINDOWS 10 TODOS (ACTIVATION SERIAL WINDOWS 10 ALL)

Está é a maior lista da internet de Serial, Chave e Key de instalação do Windows 10 (This is the Internet's largest list of Windows 10 Serial, Key and Key installation)

AutoCAD 2017 + Crack Completo em Português-BR

AutoCAD 2017 + Crack, Completo em Português-BR é o software mais utilizado no campo da engenharia, arquitetura e design de produtos, consagra-se como uma das ferramentas de desenho técnico mais completas e profissionais disponíveis no mercado.

SketchUp Pro 2017 + V-Ray + Crack – Português

SketchUp Pro 2017 foi desenvolvido para os estágios conceituais do projeto, com uma estrutura 3D muito fácil de aprender. Numa analogia, SketchUp Pro pode ser considerado “o lápis do desenho digital”.

SSD: conheça mitos e verdades do hardware e tire suas dúvidas

Com aumento na popularidade do SSD, alguns mitos sobre o componente de armazenamento acabaram se espalhando pela Internet, desinformando muitos e afastando possíveis novos usuários.

Como descobrir (hackear) senha de WIFI no Windows em minutos - WPA/WPA2/WPS

Deseja aproveitar a conexão Wi-Fi super rápida do seu vizinho? Se eles são espertos, provavelmente têm uma senha protegida (caso contrário, você não estaria lendo isso, estaria?).

WhatsApp: como corrigir figurinhas que não aparecem

Imagem de: WhatsApp: como corrigir figurinhas que não aparecem

Alguns usuários do WhatsApp Beta têm relatado erros quando vão utilizar as figurinhas no aplicativo de mensagens, elas simplesmente não aparecem. Inclusive, algumas semanas atrás o Google Trends, ferramenta de monitoramento do Google, relatou um pico na busca com termos semelhantes a “figurinhas no WhatsApp não aparecem”.
O site WABetaInfo, que costuma monitorar as novas funções do app, informou que a versão 2.19.213 pode impedir que os adesivos carreguem corretamente. No entanto, atualizações posteriores apresentaram o mesmo problema.

Stickers não aparecem no WhatsApp Beta. (Fonte: Oficina da Net/Reprodução)
Em vários testes, o erro ocorreu somente para novos downloads de stickers, mas aqueles que já estavam salvos puderam ser compartilhados normalmente. A versão beta do WhatsApp para iOS não apresentou o mesmo problema. Aparentemente, os smartphones da Apple não apresentam o erro, somente o Android com a versão do aplicativo de mensagem beta, que é uma versão de teste, na qual alguns usuários podem experimentar novos recursos antes que eles sejam amplamente disponibilizados. Entretanto, com o benefício das novidades, o usuário beta também está sujeito a enfrentar alguns problemas.

Como resolver?

Uma das soluções é aguardar próximas atualizações que corrijam a falha, pois mesmo desinstalando e instalando, baixando novos pacotes ou copiando stickers dos amigos o problema não será resolvido. Mas vale a pena checar na PlayStore se há uma nova versão disponível.
Caso você não queira esperar, também é possível remover sua conta do programa de testes e nós vamos te ensinar. Antes de mais nada, é importante que você faça um backup das suas conversas para não perder nada. Acesse “Configurações”>”Conversas”>”Backup de Conversas”>”Fazer Backup”.
Em seguida, vá até a PlayStore, clique em “Meus apps e jogos” e depois em "Instalados". Procure o WhatsApp Messenger e abra a página de download.
(Fonte: Oficina da Net/Reprodução)
Role a tela até aparecer a mensagem “Você é um testador Beta” e clique em “Sair”. Por fim, confirme a ação clicando em “Sair” mais uma vez.
(Fonte: Oficina da Net/Reprodução)
Retorne ao início da tela, desinstale o aplicativo da versão Beta e Reinstale a versão principal do WhatsApp. Depois da instalação e da configuração inicial, será possível restaurar o backup feito anteriormente.

Como ser um usuário beta?

A versão beta do WhatsApp é uma versão de teste, como dissemos anteriormente. Como testador você poderá experimentar algumas novidades, mas também enfrentará problemas. Entendendo isso, para adquirir o aplicativo em sua versão de teste você precisa ter a conta Google conectada ao seu smartphone.
O próximo passo é ter a versão principal do App instalada no seu aparelho. Em seguida, acesse a página do WhatsApp Beta na Google Play e cliquem em “Tornar um testador”. Você receberá a mensagem “Olá! Você está no programa de testes. Você é um testador” e a partir daí poderá utilizar a versão beta.

Relembre seis eletrônicos que eram 'febre' nos anos 2000

Se hoje os smartphones trazem diversas funções em um único aparelho, no início dos anos 2000 era necessário ter diferentes dispositivos para ouvir músicas, tirar fotos, ver filmes, entre outras atividades. Os mp3 players e os iPods, por exemplo, marcaram época e eram referência quando o assunto era música. Já as câmeras digitais, como é o caso da Sony CyberShot, eram essenciais para registrar momentos e postar no Fotolog, Orkut ou Myspace.
Além disso, conversas de vídeo no MSN também eram bastante comuns, desde que os usuários tivessem uma webcam instalada no PC. E, se as TVs LCD ainda não tinham tanta força no mercado, as telas planas faziam muito sucesso nas casas brasileiras. Confira a seguir seis aparelhos eletrônicos que já foram desejo dos fãs de tecnologia nos anos 2000.

Câmeras da Sony chamavam atenção com cores extravagantes — Foto: Divulgação/Sony

Sony CyberShot

As câmeras digitais chegaram prometendo uma revolução na fotografia, já que permitiram ver o resultado das imagens logo após o disparo. Além disso, o usuário não precisaria mais revelar as fotos ou comprar filmes com certa frequência.
Entre os modelos de destaque, estava a Sony CyberShot, que trazia resolução de 14,1 megapixels nas capturas e aparecia em diversas opções de cor. Mas um detalhe não deixou muitas saudades: o cartão proprietário da Sony, que não era nada barato se comparado aos microSDs de atualmente.

TV de tubo 29 polegadas

As TVs com 29 polegadas já foram consideradas telas grandes em um período no qual a TV analógica ainda reinava e o aspecto de tela não era o já popular 16:9. O formato "quadradão" era suficiente para exibir o 4:3, comum em grande parte das produções e transmissões audiovisuais.
Hoje um televisor de mais de 40” pode não ser tão pesado, além de ter uma espessura menor. Mas, há alguns anos atrás, as TVs de tubo de 29", por exemplo, pesavam algo em torno de 37 kg, sendo necessário reunir pelo menos dois adultos para carregar o aparelho.
TVs de tubo era pesadas e precisavam ser carregadas por duas pessoas — Foto: Divulgação/SonyTVs de tubo era pesadas e precisavam ser carregadas por duas pessoas — Foto: Divulgação/SonyTVs de tubo era pesadas e precisavam ser carregadas por duas pessoas — Foto: Divulgação/Sony

Webcam

Houve uma época em que ter uma imagem própria para ilustrar seu perfil nas redes sociais era um privilégio. Mas, se ter uma foto online já era algo pouco comum, poder conversar com os amigos por vídeo era ainda mais raro no início dos anos 2000.
As webcams do período ofereciam uma resolução baixíssima, e também não tinham uma boa qualidade de captação de som – isso quando tinham microfone embutido. Mesmo assim, os produtos deram início aos vlogs, que mais tarde levariam à criação de vídeos no YouTube, que se tornou a principal plataforma para publicação de conteúdos audiovisuais independentes.
As conversaspor vídeos só eram possíveis por meio da webcam — Foto: Divulgação/LogitechAs conversaspor vídeos só eram possíveis por meio da webcam — Foto: Divulgação/LogitechAs conversaspor vídeos só eram possíveis por meio da webcam — Foto: Divulgação/Logitech

iPod

Lançado em outubro de 2001, o iPod representou uma verdadeira revolução na indústria fonográfica, já que a Apple iniciou a vender álbuns digitais junto ao lançamento do dispositivo. Esse foi um marco para o fim da hegemonia dos CDs, que perderiam muito mercado nos anos seguintes.
Originalmente o iPod oferecia 5 GB de armazenamento; volume que hoje em dia pode parece pouco até mesmo para armazenar playlists de algum serviço de streaming atual. O iPod foi um sucesso comercial, mas foi descontinuado em 2017, quando a Apple encerrou as vendas do iPod Nano e Shuffle. Apesar disso, em 2019, a empresa anunciou uma nova versão do modelo iPod Touch, que está à venda no site oficial da maçã por a partir de R$ 1.699.
Primeiro iPod da Apple era conhecido como Dulcinmer — Foto: Divulgação/ApplePrimeiro iPod da Apple era conhecido como Dulcinmer — Foto: Divulgação/ApplePrimeiro iPod da Apple era conhecido como Dulcinmer — Foto: Divulgação/Apple

MP3 Player

No início dos anos 2000, era muito comum o download e compartilhamento de arquivos mp3. A conversão de CDs dos nossos artistas favoritos por meio do Windows Media Player também permitia que as músicas fossem transformadas em arquivos digitais. E, para ouvir em qualquer lugar, era necessário ter um mp3 player, que normalmente também era capaz de reproduzir arquivos WMA.
Esses pequenos dispositivos eram uma opção mais em conta aos iPods, e tinham, em sua grande maioria, design bem simples, com volume um pouco maior em relação a um pen drive. Com capacidade de armazenamento limitada, os players ficaram para trás à medida que os smartphones se tornaram mais acessíveis.
Objeto de desejo: mp3 player levava suas músicas favoritas para fora de casa — Foto: Divulgação/IntensoObjeto de desejo: mp3 player levava suas músicas favoritas para fora de casa — Foto: Divulgação/IntensoObjeto de desejo: mp3 player levava suas músicas favoritas para fora de casa — Foto: Divulgação/Intenso

Netbook

Os netbooks eram computadores portáteis que chegaram como uma alternativa mais fácil de transportar em relação aos notebooks. Uma característica desse computadores era a ausência de um drive óptico, algo que também deixaria de existir em notebooks após alguns anos.
Apesar da mobilidade com telas de aproximadamente 10 polegadas, os netbooks não ofereciam muito desempenho. Os modelos traziam processadores mais modestos, como os Atom, da Intel. Mesmo não oferecendo tanto desempenho, os dispositivos eram interessantes para quem queria apenas navegar na internet ou editar textos ou planilhas, por exemplo.
Coma chegada dos tablets, os netbooks perderam espaço no mercado — Foto: Divulgação/RCAComa chegada dos tablets, os netbooks perderam espaço no mercado — Foto: Divulgação/RCAComa chegada dos tablets, os netbooks perderam espaço no mercado — Foto: Divulgação/RCA

Facebook diz que suspendeu dezenas de milhares de aplicativos por violações de privacidade

Facebook diz que suspendeu dezenas de milhares de aplicativos por violações de privacidade

Após o escândalo de violação de privacidade envolvendo Facebook e Cambridge Analytica, a empresa de Zuckerberg prometeu que investigaria todos os aplicativos que tiveram acesso a uma grande quantidade de dados por meio da rede social. Como resultado disso, em agosto do ano passado, cerca de 400 apps foram suspensos. Agora, um ano depois, o Facebook anunciou que está suspendendo “dezenas de milhares” de aplicativos por uma “série de razões”.
O Facebook ainda disse que “não confirmou” nenhum outro tipo de violação além do que já foi revelado ao público. Conforme cita o TechCrunch, as empresas denunciadas anteriormente incluem a sul-coreana Rankware, acusada de abusar da plataforma para desenvolvedores e recusar uma auditoria; e o myPersonality, que coletou dados de mais de quatro milhões de usuários por meio de um questionário de personalidade.
A revelação surge em um momento conturbado para o Facebook, que vem sendo investigado e multado por questões de privacidade, além de ser criticado pelo projeto Libra. A empresa afirma que vai continuar com as investigações.

Computador do Google pode ter sido o primeiro no mundo a atingir a supremacia quântica, diz jornal

Um artigo atribuído a um pesquisador do Google afirma que a supremacia quântica, um importante marco inicial no campo da computação quântica, foi atingida. A publicação apareceu em um site da NASA nesta semana e logo depois foi removida, relata o Financial Times.
O Google e outras grandes empresas, como IBM, Microsoft e Intel, além de startups de tecnologia, estão trabalhando para construir computadores quânticos, um novo tipo de computador baseado em uma arquitetura totalmente diferente da dos computadores clássicos.
Embora este anúncio não seja oficial, há muito tempo cientistas e especialistas do setor esperam que o Google construa um computador quântico capaz de atingir esse marco. A chamada supremacia quântica se refere à capacidade de um computador quântico executar um cálculo que um supercomputador clássico não conseguiria realizar em um tempo razoável.
Mas o essencial disso é o seguinte: os computadores clássicos são sistemas em que os problemas são abstraídos para um sistema de comutadores de duas posições chamados bits (uns e zeros) que interagem através das regras da lógica.
Os computadores quânticos, por sua vez. são baseados em bits quânticos, ou qubits, que também são comutadores de duas posições, mas eles interagem através das mesmas regras que as partículas subatômicas seguem, chamadas de mecânica quântica.
Essa arquitetura quântica teoricamente permitiria que computadores quânticos resolvessem um conjunto de problemas que os computadores clássicos não conseguem em um período de tempo razoável — coisas como problemas de criptografia e modelagem de moléculas. Mas a dificuldade em manter o comportamento quântico dos qubits por um período utilizável, também chamado de tempo de coerência, impediu os pesquisadores de demonstrar qualquer tipo de aceleração quântica.
O Google ainda não respondeu a uma solicitação de comentário do Gizmodo e há muito tempo tem sido cauteloso com relação a quando e como fará o anúncio.
Não temos muitos detalhes sobre o cálculo realizado pelo computador, nem pudemos verificar independentemente as afirmações da matéria do Financial Times. Mas as propostas anteriores envolvem essencialmente o computador quântico competindo com um computador clássico que simula um circuito quântico aleatório.
A conquista não seria uma surpresa — sabemos há muito tempo que o Google está testando um dispositivo de 72 qubit chamado Bristlecone, com o qual esperava alcançar a supremacia quântica. O Financial Times relata que o experimento de supremacia foi realizado com um processador de 53 qubit, de codinome Sycamore.
Este seria um grande marco inicial quando se trata de comparar esses dispositivos quânticos com computadores clássicos. Mas ainda falta muito para que os computadores quânticos realmente demonstrem utilidade quântica. Isso exigiria aumentar o tempo de coerência e introduzir esquemas de correção de erros, aqueles em que vários qubits são combinados em um, a fim de garantir que o computador quântico dê as respostas que deve dar.
“A recente publicação do Google sobre a conquista da supremacia quântica é um marco histórico notável, à medida que continuamos avançando no potencial da computação quântica. Conseguir um computador quântico comercialmente viável exigirá avanços em vários pilares da tecnologia”, disse James G Clarke, diretor de hardware quântico da Intel, ao Gizmodo por e-mail.
É possível que os cientistas nem aceitem o anúncio do Google como válido. Aliás, se um supercomputador leva 10.000 anos para verificar a resposta produzida por um computador quântico, como você sabe que o computador quântico conseguiu chegar à resposta certa?

Dona da Rockstar, Take-Two afirma que está pronta para a próxima geração



A distribuidora Take-Two Interactive, conhecida principalmente por ser a empresa-mãe da Rockstar Games, está pronta para a próxima geração de consoles — e foi exatamente isso que afirmou o CEO da organização, Strauss Zelnick, em entrevista ao site Game Industry.
"Nós realmente não esperamos mudanças materiais de custo com a [nova] geração. Toda vez que nós temos uma nova tecnologia que nos permite fazer mais, os desenvolvedores querem fazer mais e isso pode nos custar um extra. Mas nossas expectativas atuais não são de que você verá uma ampliação no custo".
Strauss Zelnick, CEO da Take-Two Interactive
"Os dias em que você via uma curva brusca subindo e descendo no negócio de entretenimento interativo… ficaram para trás. A transição da geração passada para a atual não foi exigente conosco, ou com a indústria. Realmente é a primeira vez que a indústria passou por uma dessas transições se alguém acabar falindo".
Strauss Zelnick, CEO da Take-Two Interactive
Até o momento, porém, não há nada de concreto sobre os planos da Rockstar Games para a próxima geração de consoles. Enquanto os modos online de Grand Theft Auto V e de Red Dead Redemption 2 ainda rendem grande lucro para a firma, a desenvolvedora não trata publicamente dos seus próximos projetos.
"O mundo mudou. Quando consideramos o lançamento de um console, a plataforma PC agora pode ser 40% ou 50% dessa receita. Dez anos atrás, esse número era 1% ou 2%. Claramente o mundo etá mudando. O que anteriormente era um sistema fechado está se tornando num sistema aberto. Isso significa que o hardware irá se parecer mais com hardware e menos como hardware exigindo do software, o que é uma ótima notícia para nós".
Strauss Zelnick, CEO da Take-Two Interactive

Dados minerados sugerem que CoD: Modern Warfare pode ter modo Battle Royale

Dados minerados da versão beta de testes de Call of Duty: Modern Warfare indicam que o game de tiro em primeira pessoa da Activision poderá vir com um modo Battle Royale, gênero que viu grande popularidade no ano passado com PlayerUnknown's Battlegrounds e que até hoje tem grande número de adeptos na forma de Fortnite.
Alguns usuários, que não foram identificados, extraíram dados do jogo e enviaram uma captura de tela dos arquivos da versão beta do game para o site VG Sources. Como explica o site Tweak Town, a qualidade do print não é das melhores, mas a publicação confirma que as menções encontradas nos arquivos são reais.
Os dados extraídos incluem uma lista completa de localidades, itens para loot e mapas, elementos que fariam todo o sentido para um modo de jogo no estilo Battle Royale. Nos arquivos da versão beta de Call of Duty: Modern Warfare também encontraram-se referências a algo chamado de "Plunder", que seria a moeda do sistema de microtransações do novo título.
Fonte: VG Sources
Especula-se que, utilizando essas Plunders, os jogadores poderão comprar itens cosméticos dentro do jogo, para então usá-los nos modos online. Também há menções de uma localidade que é tratada como um banco, e que poderia ser o local onde os jogadores armazenam as moedas que ganham depois de cada partida.
Confira abaixo a lista de supostas áreas do Battle Royale de CoD: Modern Warfare:
Bank
Boneyard
Dam
Downtown
Firestation
Gas Station
Gulag
Gunstore
Hospital
Layover
Lumber
Police Station
Quarry
Storagetown
Supercenter
Train Yard
TV Station
Classes de itens de loot do suposto modo Battle Royale do novo CoD:
Remédios
Álcool
Proteção
Plunder (Moeda in-game)

iPhone 11 pode limitar desempenho para poupar vida útil da bateria

Imagem de: iPhone 11 pode limitar desempenho para poupar vida útil da bateria

Os iPhone 11, 11 Pro e 11 Pro Max trazem uma novidade que merece atenção. Os novos aparelhos da Apple têm um recurso de gerenciamento dinâmico de energia, que funciona em tempo real, com o objetivo de estender a vida útil da bateria, minimizando o impacto negativo na queda do desempenho que uma bateria envelhecida poderia ter.
Esse sistema funciona o tempo todo e pretende realizar esses ajustes de performance à medida que o componente vai envelhecendo. Contudo, é provável que ele entre em ação em qualquer momento que perceber que algo está quente demais.
Fonte: iFixit/Reprodução

Escândalo em 2017

No final de 2017, a Apple foi escandalizada quando especialistas descobriram que uma atualização do iPhone servia para sacrificar a performance do aparelho com o intuito de estender a vida útil da bateria. Naquela ocasião, a companhia não havia informado nada sobre isso aos usuários, que poderiam enfrentar problemas de lentidão sem saber qual era o motivo.
A atitude da empresa não pegou nada bem e, no ano seguinte, ela se viu “obrigada” a realizar substituições de baterias oferecendo desconto aos usuários, tudo para minimizar o vexame em torno de sua imagem.

Recurso polêmico

Em tempos de smartphones totalmente lacrados, que não permitem aos usuários substituir as baterias facilmente, as empresas (ao menos a Apple), têm optado por incluir esse recurso que pode afetar o desempenho do aparelho só para que a bateria dure um pouco mais.
A questão é: quem deveria escolher isso, ao ativar o modo de economia de energia, não deveria ser o usuário?
A companhia afirma que os novos software e hardware do iPhone 11 receberam modificações que vão tornar a queda de performance menos perceptível aos usuários. Contudo, ela própria reconhece que, em casos onde as baterias já tenham certo nível de degradação, os aparelhos podem levar mais tempo para carregar apps, rodar jogos com menos frames, oferecer menos brilho na tela, além de limitar a performance das conexões de rede e o volume máximo.