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SketchUp Pro 2017 foi desenvolvido para os estágios conceituais do projeto, com uma estrutura 3D muito fácil de aprender. Numa analogia, SketchUp Pro pode ser considerado “o lápis do desenho digital”.

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Intel recusando garantia? Adeus RMA da Intel?



Nas relações internacionais há a expressão "conflito congelado", quando temos uma crise ou mesmo uma guerra que, apesar de à vista não haver ataque ou qualquer tipo de beligerância, existe um impasse não resolvido que a qualquer mudança no equilíbrio das forças, pode gerar um embate.
Pois a indústria do hardware tem um conflito congelado há anos. Uma disputa entre fabricantes de processadores, placas-mãe, memórias, consumidores e órgãos de defesa do consumidor. Tudo em um equilíbrio delicado movido mais pelo "modus operandi", a forma como as coisas são feitas, do que o escrito em termos de garantia e procedimentos padrão de RMA.
Afinal, como funciona o processo de garantia quando você faz overclock em seu sistema?

Overclock e garantia
Modificar as frequências de operação de um hardware está entre os tópicos favoritos de entusiastas do segmento. É muitas das vezes esse o momento onde nos sentimos mais gratificados por nos aprofundarmos no estudo e compreensão de como peças de computador operam, pois é através do overclock que conseguimos obter mais performance e assim extrair mais das peças de nossa máquina.
Componentes eletrônicos operam em ciclos, seja de processamento, seja de leitura e escrita de dados, por exemplo. Por isso uma das unidades mais usadas nas especificações de hardware são de frequência, como megahertz (MHz) e gigahertz (GHz), pois indicam quantas vezes por segundo esse componente é capaz de realizar sua função principal e, quanto mais vezes for, potencialmente ele entregará mais performance.
O overclock consiste em modificar o funcionamento do componente eletrônico de forma a buscar alterar essa frequência. Seja aumentando a tensão elétrica, alimentação de energia, eficiência do sistema de resfriamento, entre outros, o objetivo final é subir a frequência e com isso, talvez, conseguir mais performance.
Ao realizar isso, porém, o consumidor tem um efeito que por muitos é ignorado: você pode perder a garantia dependendo do processo utilizado. Entre fabricantes de processadores, isso é unânime: tanto Intel quanto AMD deixam claro que a alteração do funcionamento de seus produtos resulta na perda da garantia:
"(...) qualquer produto modificado ou em funcionamento fora das especificações da Intel disponibilizadas ao público, inclusive onde as frequências do clock ou as tensões foram alteradas (...)"
"AVISO: O uso de overclocking dos processadores AMD, incluindo, sem limitação, alteração de frequências de clock/multiplicadores ou controle de tempo/tensão da memória, para operar além das especificações de design anulará qualquer garantia de produto AMD aplicável, mesmo se o overclocking for ativado via hardware e/ou software da AMD"
Mas já no site da própria AMD informando sobre procedimentos de garantia, vemos algumas coisas interessantes. Primeiro: ninguém mexe nele faz anos, pois as fotos usadas para exemplificar danos são de um CPU de 1999. Segundo: não há menções diretas a overclock. De forma mais genérica, dá para incluí-lo em: "A AMD não se responsabiliza pela garantia se, por meio de testes e exames, a opinião razoável da AMD for de que o defeito ou mau funcionamento alegado da CPU tenha sido causado por uso indevido, negligência, instalação ou teste inadequado", os exemplos usados para recursar a garantia são bastante drásticos, como pinos entortados, processadores lascados (!?) e componentes claramente danificados pelo calor, coisas que nenhum overclock doméstico, sem liberar travas de segurança existentes nesses componentes modernos, causa.
Exemplos de uso indevido do produto, Serviço de garantia AMD

E é aí que está a parte latente do conflito. Mesmo mencionando direta ou indiretamente o overclock como algo a ser enquadrado como "mal uso" pelo consumidor, tanto AMD quanto Intel pareciam aplicar um acordo tácito, escrito em lugar nenhum, que só aplicariam essa cláusula de suas garantias se o consumidor overclockasse seu produto até ele... Bom, aparentemente soltasse uma lasca. E será que ela soltou?
Após contato com a Intel, eles nos passaram que existe um programa de RMA chamado PTPP (Performance Tuning Protection Plan), específico para situações de overclock, mas que deve ser adquirido separadamente. No FAQ um dos pontos que mais chama atenção relacionado a memórias é o que está abaixo:
O "PTPP" cobre overclock através de Intel® XMP?
Se o processador foi overclockado utilizando a tecnologia Intel® Extreme Memory Profile (Intel® XMP), o PTP vai cobrir a garantia do processador, mas não das memórias.

"Deu ruim"! SQN!?
Qualquer membro mais ativo de comunidades de hardware, grupos de Whatsapp e que acompanha canais que falam sobre o assunto sabe que esse artigo não surgiu por geração espontânea, até porque se nada acontece, não é notícia. Foi preciso que o conflito saísse de seu estágio congelado para que a discussão se tornasse relevante, em muitas vezes, não necessariamente sendo uma verdade.
Tudo começa com um problema no RMA passado pelo pessoal da ChipArt. Como explicam no vídeo, um Intel Core i3-8100 que não funciona teve sua garantia recusada em primeiro estágio do processo de RMA pelo seguinte motivo:
"...entre as quais se especifica que a memória suporta é DDR4 2400, e a sua memória RAM é DDR4 2666, o qual forçou o controlador de memória dentro do processador, o mesmo que fazer overclock, lamentavelmente isso invalida a garantia de seu processador".
- trecho da resposta recebida pela ChipArt
Vocês podem conferir no vídeo abaixo a leitura desse trecho:
A alegação feita pela equipe de RMA é que ao montar a máquina com uma memória com operação de 2666MHz, o computador da ChipArt estava fora da especificação da Intel para o modelo Intel Core i3-8100, o que pode ser constatado no site oficial do produto. Como já aconteceu no passado, o vídeo serviu como catalisador de outros casos com outros alegando que receberam mensagens que teriam recebido o pedido para alterar o funcionamento de suas máquinas, limpando o CMOS da BIOS e alterando a frequência de operação da memória.
Abaixo a frequência suportada pelas últimas linhas de processadores Intel e AMD, de acordo com os sites oficiais:
AMD
- Threadripper 3000 = 3200MHz DDR4
- Threadripper 2000 = 2933MHz DDR4
- Threadripper 1000 = 2667MHz DDR4
- Ryzen 3000 = 3200MHz DDR4
- Ryzen 2000 = 2933MHz DDR4
- Ryzen 1000 = 2667MHz DDR4
- FX-9590 / FX-8370 = 1866MHz DDR3
Intel
- Core i9 X de 10ª geração = 2933MHz DDR4
- Core i9, i7 e i5 de 8ª e 9ª geração = 2666MHz DDR4
- Core i3 de 8ª e 9ª geração = 2400MHz DDR4
- Core i3, i5 e i7 de 7ª geração = 2400MHz DDR4 / 1333MHz DDR3L
- Core i3, i5 e i7 de 7ª geração = 2133MHz DDR4 / 1333MHz DDR3L
Até aí não temos um problema. A Intel especifica o funcionamento de sua 8ª geração de processadores mainstream até a faixa dos 2400MHz, logo, não há porque ela garantir estabilidade e funcionamento pleno do sistema se o consumidor fizer qualquer modificação nesse sentido. Porém, recusar a garantia, afirmando que ao usar uma memória mais rápida ele teria danificado o produto, abre uma Caixa de Pandora que não devia ter sido aberta.
Vale deixar claro que o vídeo sugere por diversas vezes que "esse será o procedimento adotado pelo RMA", em outros momentos questiona se esse será o procedimento, e até em alguns momentos fala que pode ser um simples erro de resposta de quem ficou responsável pela resposta desse RMA em questão.
Entramos em contato com a Pichau que é uma das grandes revendas do país para saber se eles já tiveram algum problema parecido. Informaram que nunca tiveram RMA negado, tanto de AMD como Intel, por situação semelhante relacionada à frequência de memórias.

Marketing vs Realidade
A garantia de um consumidor por alterar o funcionamento de seu produto cria uma situação de conflito entre duas equipes de comunicação: o time de marketing e o time de RMA. A indústria de hardware para PC sempre se apoiou no conceito de performance, e não à toa associa suas marcas a conceitos como velocidade, como a parceria da AMD com equipes de Fórmula 1 - agora com a Mercedes-AMG.
Nessa narrativa, o overclock é sempre usado com pitadas de "charme", com linguagens como "leve seu PC ao Extremo", e até forma de "personalizar seu PC". Podem acompanhar o gerador de lero lero na print abaixo, do próprio site da Intel dedicado a falar do tópico:
Olhares mais atentos já devem ter percebido que há notas de rodapé, e não vai pegar ninguém de surpresa o conteúdo escrito nas letrinhas pequenas da anotação 3:
Nenhum produto ou componente pode ser totalmente seguro. Alterar a frequência ou a voltagem do relógio poderá danificar ou reduzir a vida útil do processador e de outros componentes do sistema, e poderá reduzir também a estabilidade e o desempenho do processador. As garantias do produto podem não se aplicar se o processador estiver operando além de suas especificações. Verifique com os fabricantes do sistema e de componentes para obter detalhes adicionais.
Nota de rodapé 3, hotsite sobre overclock da Intel
Então há um óbvio contra-senso acontecendo aqui. Por um lado essas empresas destacam a possibilidade de overclock como um diferencial de seu produto em letras garrafais no topo, mas o fim da garantia está em um texto com 1/4 do tamanho e nas notas de rodapé.
Informações contraditórias geram uma baita confusão, uma hora não tem garantia, em outra tem
No site sobre XMP a Intel fala que utilizar XMP acima do suportado pelos processadores perde a garantia, já no site específico do programa "Tuning Plan" ela fala que usando o XMP a garantia não é afetada. Uma bela confusão já que as informações são diretamente conflitantes. 
Vejam a confusão gerada através de informações desencontradas. Em alguns casos overclock é vendido como um dos recursos extras que o cliente obtém por adquirir um produto mais caro. Enquanto os modelos travados para overclock são exceção hoje na linha AMD Ryzen, na Intel são somente alguns modelos, indicados pelo sufixo K em seu nome, que permitem alteração das frequências e justamente são os modelos mais caros e de melhor performance.
A Intel também restringe as mudanças das frequências para chipsets específicos de placas-mãe, se quer mais desempenho, precisa optar por placas-mãe com chipsets que trazem essa features desbloqueadas.
Aplicando uma política de não aceitar RMA relacionado à frequência sugerida para o processador em questão, não afeta a empresa apenas para os consumidores mais exigentes e que pagaram mais caro, o que por si só já é uma péssima estratégia, mas atinge também seus parceiros. AMD e Intel construíram um ecossistema onde suas parceiras fabricantes de placas-mãe têm como forte argumento de venda de seus produtos topo de linha, além de uma grande quantidade de recursos, um sistema potente de alimentação e estabilidade voltado para memórias mais rápidas. Isso não é algo feito por uma fabricante isolada, então é fácil ver nos anúncios de produtos da AsusGigabyte e MSI, por exemplo, essas características.
Toda uma indústria de memórias mais rápidas também se construiu em torno desse conceito, com fabricantes oferecendo kits cada vez mais rápidos. Esse processo já está tão avançado que temos até uma certa maturidade nele: memórias que ultrapassam as especificações sugeridas pelas fabricantes não são caras, com kits de 3000MHz, consideravelmente acima dos 2666MHz dos processadores 9000 da linha Intel Core, já sendo algo bem acessível. Essa "treta" inaugurou o conceito de "memórias de perder garantia". 
Outro fator agravante (a essa altura não tenho mais lembrança de quantos já foram enumerados) é que a própria Intel controla totalmente o ecossistema, com direito ao Intel Extreme Memory Profile. Essa iniciativa possibilitou a fabricantes validarem suas memórias para operarem em configurações de frequências e timings de mais performance, criando perfis prontos para serem aplicados pelo consumidor, muitas delas bem acima das especificações da própria Intel. Novamente, temos duas mensagens bem diferentes sobre o assunto no site oficial sobre o Intel XMP, uma em letras destacadas:
Reparem na informação que consta no site lá embaixo, depois de alguns cliques e de abrir algumas abas inicialmente ocultas e em uma fonte consideravelmente menor:
"Habilitar e usar o Intel XMP é um tipo de overclocking e, finalmente, anulará a garantia da CPU. Alterar a frequência ou a voltagem do relógio poderá danificar ou reduzir a vida útil do processador e de outros componentes do sistema, e poderá reduzir também a estabilidade e o desempenho do processador. As garantias do produto podem não se aplicar se o processador estiver operando além de suas especificações."
- Nota de rodapé 1 do site oficial Intel XMP
Não suporta RMA! Suporta RMA! Não suporta RMA! Suporta RMA! Oras, suporta ou não?
Por incrível que pareça, ainda não terminamos de cavar esse buraco. Ainda há um conjunto de tecnologias e recursos feitos pelas fabricantes que colocam mais algumas batidas com a pá nesse chão. Tanto Intel quanto AMD possuem um conjunto de softwares para auxiliar o consumidor a realizar o overclock. Apesar que, nesse caso, especialmente na situação da AMD, ninguém pode dizer que ela não avisou já que essa tela é a primeira coisa a surgir quando você abre o Ryzen Master:
O agravante nesses softwares é que alguns prometem automatizar esse overclock novamente vendendo a ideia de praticidade e ganhos ao consumidor, e fazendo pouco caso da perda da garantia. No caso da Intel, temos o Intel Performance Maximizer, um recurso que com apenas um clique parece que vai transformar seu PC, ao menos considerando o vídeo de demonstração:
O número de vezes que a perda de garantia é mencionada retorna algo conhecido na matemática como "conjunto vazio". Mas até mesmo nos vídeos temos letrinhas pequenas, que surgem em 00:56 (tradução livre):
"Alterar a frequência do clock ou tensão pode danificar ou reduzir a vida útil do processador e outros componentes do sistema, e pode reduzir a estabilidade e performance do sistema. Garantias de produto podem não se aplicar se o processador foi utilizado além de suas especificações."
- nota final número 4 do vídeo Introducing Intel Performance Maximizer
Neste cenário a AMD tem uma postura semelhante. O Precision Boost Overdrive da empresa possibilita aumentar o desempenho de forma automatizada, em um vídeo um pouco mais longo mas que, mesmo assim, não reservou espaço para falar da perda da garantia. Claro, há espaço para isso nos segundos finais em letras miudinhas que aparecem na tela.

E agora?
Há anos convivemos com esse dilema. De um lado o marketing e o pessoal de vendas chega empolgado para nos contar sobre os benefícios do overclock e a possibilidade de termos computadores ainda melhores, mas o "caldo nunca entornou" porque o risco de perder a garantia por esse processo parecia algo limitado a apenas os consumidores que ultrapassassem todos os limites, ignorando qualquer segurança que os próprios softwares das fabricantes trazem como medida de proteção, e realmente fazendo um uso abusivo de seus componentes.
Modo como funciona garantia e como marketing usa overclock gera confusão e dúvidas
Na nossa concepção, e aqui falamos tanto como consumidores de tecnologia quanto comunicadores da área, as empresas não apenas "faziam vista grossa" para o consumidor que experimentava um overclock dentro de margens seguras: elas incentivavam esse comportamento, com softwares cada dia mais acessíveis e intuitivos além de iniciativas como o Intel XMP. Porém o principal problema de tudo é a quantidade de informações contraditórias no site da Intel, em boa parte dos locais falando que não tem suporte a overclock via XMP, mas em outros locais falando que existe o suporte a RMA se utilizado o overclock via XMP.
Mesmo com essas informações desencontradas, o pedido de garantia não parece ser um problema, nos baseando em relatos em grupos hardware e feedback das lojas especializadas, mas certamente tudo é muito confuso e gerou essa bagunça que não é interessante principalmente para a principal envolvida nesse caso, a Intel. Abaixo o posicionamento que a empresa passou pouco antes da publicação desse artigo:
"Em resposta às preocupações recentes, é verdade que vários sistemas (como desktops e notebooks) podem ser personalizados pelos fabricantes de PCs (OEM) ou pelos clientes e configurados com módulos de memória que suportam frequências excedendo a especificada para o processador da Intel. A capacidade de frequência do módulo de memória mais alta, por si só, não anula a garantia da Intel, a menos que o sistema esteja configurado para trabalhar numa frequência de memória mais alta do que a especificação do processador Intel.
Nossas informações sobre garantia de produtos estão documentadas e disponíveis em nosso website. Quando um sistema é configurado para alterar a frequência de memória padrão do processador por meio do Intel® Extreme Memory Profile (XMP) ou por qualquer outro meio, a garantia não é mais válida conforme declarado historicamente na nossa garantia do processador e na documentação XMP.
Para os clientes que desejam fazer overclocking, a Intel oferece o plano opcional Intel® Performance Tuning Protection Plan para determinadas SKUs, que cobre o processador em caso de falha por overclocking e deve ser adquirido separadamente. Para mais informações, incluindo a lista de SKUs elegíveis e termos e condições desse plano, visite https://click.intel.com/tuningplan/."
Felizmente para o consumidor e para a própria Intel a regra de não aceitar RMA para situações como essa não se aplica na prática, foi um caso de problema isolado ou simplesmente um erro de comunicação, mas muita coisa terá que ser repensada. Se a restrição das frequências dos processadores valesse à risca do que está nos sites oficiais, veja o complicador em um caso como o nosso: hoje testamos com memórias configuradas a 3200MHz, uma frequência validada apenas para processadores Ryzen a partir da série 3000. E pior, o que vamos fazer? Baixar todos nossos testes para 2666MHz, a frequência suportada nas memórias pela Intel em processadores recentes e permitir uma disputa justa nas memórias? Ou fazer AMD Ryzen 3000 em 3200MHz, 2000 em 2933MHz, 1000 em 2666MHz, Intel em 2666MHz e 2400MHz e fazer uma disputa justa de acordo com a politica de validação mais favorável do "lado vermelho da força"? Nenhuma das respostas parece boa.
Resumindo
Até hoje, o overclock de componentes não parece ter sido um fator para invalidar a garantia deles, pelo menos não na maioria dos casos. E isso falamos nos baseando em experiência própria, de colegas, de lojas e de usuários. Mas - e este "mas" é bem importante - tanto Intel como AMD tentam preservar uma chance de invalidar a garantia em situações de overclock. E no caso da Intel isso fica especialmente complicado por causa da limitação dos clocks das memórias e de seu modelo de comércio de processadores da série K, e parece que os avisos vêm sempre em letras miúdas. Por bem ou por mal, até o momento nada indica que a empresa vai mudar como pratica seu RMA de hoje em diante.


2 toquinhos nas costas: novo gesto do Android 11 é descoberto

Imagem de: 2 toquinhos nas costas: novo gesto do Android 11 é descoberto

A atualização do preview do Android 11 para a linha Pixel, da Google, trouxe algumas surpresas para usuários dos smartphones. Após investigarem mudanças, jornalistas encontraram código referentes a gestos inéditos na parte traseira do aparelho.
O novo conjunto de gestos não requer hardware especial para detecção, e os movimentos foram flagrados até no Pixel 2 XL, lançado em 2017. O site XDA-Developers conseguiu reproduzir os gestos no preview do Android 11 e mostrou em vídeo como os usuários poderão utilizá-lo.
Com codinome Columbus, o conjunto de gestos é composto por toques na parte traseira do aparelho. Até agora, o toque duplo é capaz de pausar e iniciar vídeos em primeiro plano, abrir a câmera, acionar o Google Assistente, silenciar chamadas e alarmes, limpar notificações e esconder a barra de status.
Por utilizar sensores de movimento, uma precaução tomada pela Google para gestos acidentais é a escolha de condições para habilitar os gestos, como visibilidade da câmera, se o smartphone está sendo recarregado e mais.
Os gestos podem ser liberados no menu de configurações. Na mesma seção, usuários podem praticar o toque duplo antes de aplicá-lo.
Apesar de estar disponível no preview do Android 11, a presença desse gesto na versão final não é garantida. A habilitação do Columbus pode ter sido apenas um teste para lançamento de futuros smartphones da linha Pixel. Ainda assim, se quiser testar as funcionalidades introduzidas do novo Android, vale a pena se cadastrar no programa de testes da Google, mas esteja ciente que é um ambiente de testes, então bugs e erros são esperados e devem ser devidamente reportados para que sejam corrigidos.

Nova Parceria do blog


Fala pessoal tranquilo o The Technology vem anunciar uma nova parceria, hoje fizemos uma parceria com a Motospeed Brasil, sempre estaremos postando promoções, links de compras e afins.
E sempre que precisarem ou desejarem comprar algo relacionado a periféricos e hardware podem entrar em contato comigo que terei o maior prazer em ajuda-los.

Link para o site da Motospeed

Brasil tem 4º maior tráfego de internet do mundo, segundo estudo

Imagem de: Brasil tem 4º maior tráfego de internet do mundo, segundo estudo

Um estudo feito pela SimilarWeb apontou o Brasil como o 4º país com maior tráfego de internet do mundo. Atrás de grandes potências como Estados Unidos e China, o Brasil se destaca pelo consumo de internet em smartphone e mostra queda de acesso via PCs.
O estudo “2020 State of Digital Report” coletou informações entre janeiro de 2017 e dezembro de 2019, tanto de PCs quanto de dispositivos móveis. O documento detalha o tempo de acesso para cada página; quantidade de acessos únicos; aplicativos favoritos e muito mais.
Com 80 bilhões de pageviews mensais, o Brasil ficou atrás dos Estados Unidos, que lidera com 300 bilhões de acessos; Rússia, com 100 bilhões; e China, com 90 bilhões.
Tabela de usuários individuais e tráfego de dados mensal. (Fonte: SimilarWeb/Reprodução)
Em fase de transição, vários dos países estudados mostram que usuários estão substituindo o acesso a internet via notebooks e desktops pela praticidade mobile — mas com um contraponto: gasta-se menos tempo em cada página, mesmo que resulte em mais acessos.
Desde 2019, o tráfego de dados por dispositivo móvel lidera a tabela internacional e a projeção de 2020 é que a diferença aumente ainda mais. Segundo o documento, o acesso por celulares e tablets cresceu 20,6% desde 2017; enquanto o tráfego por desktop cresceu em 3,3%.

Redes sociais e mensageiros

O estudo detalhou também os aplicativos de mensagens e redes sociais favoritos pelo mundo. O WhatsApp figura como aplicativo mais popular do mundo, incluindo no Brasil, mas não nos Estados Unidos e em boa parte da Europa. Vale mencionar que, na última semana, o WhatsApp alcançou o marco de 2 bilhões de usuários mundialmente; então não é novidade que ele seja o favorito. Logo em segundo está o Facebook Messenger — este preferido em várias regiões da Europa, Estados Unidos e Canadá.
WhatApp domina cenário internacional e perde em países chave como Estados Unidos e Canadá. (Fonte: SimilarWeb/Reprodução)
No cenário de redes sociais, o Instagram lidera absoluto em número de downloads; mas perde em acessos individuais para o Snapchat. Neste quadro, o Twitter aparece como terceiro mais popular; seguido do TikTok, Reddit e LinkedIn.
Por fim, o YouTube compete fortemente com o Facebook em termos de permanência do usuário, mas ganha em tráfego de dados diário e número de downloads. A rede social de Mark Zuckerberg supera os números da plataforma da Google em acessos individuais com enorme diferença.

Tudo sobre o PIX: sistema para acabar com TED, DOC e até bandeira de cartão

Imagem de: Tudo sobre o PIX: sistema para acabar com TED, DOC e até bandeira de cartão

O Brasil está à beira de uma verdadeira revolução na forma de se relacionar com seu próprio dinheiro. Se tudo correr bem, o sistema PIX lançado ontem (19) pelo Banco Central (BC) vai digitalizar o nosso dinheiro, com isso diminuindo os custos de transações financeiras entre pessoas, empresas e, inclusive, governo.
É importante destacar que o Brasil está em uma espécie de vanguarda tecnológica com o PIX, testando um sistema de pagamentos instantâneos universal que nem mesmo grandes economias, como China e EUA, têm.

O PIX pretende conectar fintechs, varejistas, pessoas, bancos tradicionais e digitais por um único sistema

O PIX pretende conectar fintechs, varejistas, pessoas, bancos tradicionais e digitais por meio de um único sistema que poderá transferir fundos de maneira rápida e com custo na casa dos centavos por transação.
Essa é a principal vantagem prática do PIX em relação às transferências TED, DOC e aos pagamentos por cartões de crédito e de débito. Ao passo que enviar dinheiro de um banco para o outro pode custar até R$ 10, varejistas podem pagar muito mais que isso ao aceitar um pagamento por cartão, dependendo da taxa que sua maquininha cobra por operação.
O Banco Central vai manter uma estrutura moderna baseada no protocolo "ISO 20022 ", capaz de catalogar usuários e instituições participantes, como também de registrar cada transação operada no sistema. Isso vai acontecer muito rapidamente, quase como se houvesse uma comunicação direta entre as partes. É comparável a uma transação P2P (Peer-to-peer), mas não a algo como Blockchain.
Pagar ou enviar dinheiro para pessoas ou alguma empresa serão ações tão simples quanto mandar uma mensagem, como esclareceu Alexandre Pinto, diretor de novos negócios da Matera (startup que fez parte dos grupos de trabalho que envolvem o processo desde o início).

A base tecnológica utilizada tem como fundação o envio de mensagens

“A base tecnológica utilizada tem como fundação o envio de mensagens. Então as transações financeiras que vão acontecer serão baseadas em mensagens enviadas de um participante para outro, podendo ser de pagamento, de cobrança, de registro de usuário, um catálogo de diversos registros de mensagens diferentes”, disse.
Ele também destacou que a tecnologia por trás do PIX é algo que pode, um dia, se tornar um padrão mundial de transferências e pagamentos. “O banco central não quis reinventar a roda, mas sim utilizar um padrão existente, e isso é importante para não criar algo muito específico do mercado brasileiro”, revelou. “Quem sabe havendo uma padronização com relação às mensagens — não é nada impossível imaginar —, talvez daqui alguns anos a gente tenha uma rede de pagamentos instantâneos mundial; o câmbio e a remessa entre países aconteça também 24 hx7”.
banco central pixEsquema do funcionamento do PIX (Reprodução/Banco Central)

Custo por transação

A principal diferença do PIX para as operações com cartão é o custo. As bandeiras ou “operadoras” cobram uma porcentagem do lojista baseada no valor total pago pelo cliente. Se você comprar uma geladeira à vista no cartão por R$ 2 mil, o vendedor receberá algo próximo de R$ 1.940, considerando uma taxa de 3% — bem comum no mercado atual.
No PIX, o valor total da compra não deve influenciar no da transação
No PIX, o valor total da compra não deve influenciar no valor da transação. Assim, em vez de pagar R$ 60 para receber uma compra de R$ 2 mil, o lojista pode pagar apenas poucos centavos.
Não se sabe exatamente quantos centavos uma transação no PIX vai custar, mas o Banco Central já destacou que o valor será bem baixo. Para o cliente que fizer uma carteira digital compatível com o sistema, o custo inclusive vai acabar sendo zero ou diluído no custo de algum serviço fornecido pela contratada.
Mas com a notícia do lançamento do PIX feita ontem pelo BC, muitas dúvidas sobre os valores reais das transações apareceram na cabeça dos futuros usuários. Realmente, será que os bancos não vão cobrar a mesma taxa de TED ou DOC que cobram hoje?
Em entrevista coletiva ontem em São Paulo, Carlos Brandt — chefe adjunto do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do BC — disse que o mercado estará livre para cobrar a taxa que quiser dos clientes nas operações com o PIX, mas haverá um controle contra abusos por parte da instituição.
Haverá liberdade para que se cobre do cliente. Mas se houver uma situação em que a formação de preço esteja sendo distorcida, nada impede que o BC, no papel de regulador, interfira nessa falha de mercado
“Não há qualquer restrição à cobrança de tarifas [via PIX]. Vamos estruturar o serviço de forma aberta, estimulando a competição, para que isso leve a uma boa formação de preço ao usuário final. Haverá liberdade para que se cobre do cliente. Mas se houver uma situação em que a formação de preço esteja sendo distorcida, nada impede que o BC, no papel de regulador, interfira nessa falha de mercado”, explicou Brandt.
Mas, como notou muito bem Fernando Paiva do MobileTime, o BC também cobra hoje uma taxa muito baixa para transações TED e DOC dos bancos. Essas instituições, contudo, resolvem repassar valores bem maiores para os clientes.

QR Code e o fim do boleto

Uma das principais formas de realizar pagamentos e transferências via PIX será na forma de um QR Code. O lojista poderá ter, por exemplo, um código desses em seu balcão para que o cliente escaneie com a câmera do seu celular e realize a operação rapidamente.
O mais interessante é que o varejo poderá ter apenas um código desses em seu estabelecimento em vez de um QR para cada serviço ou carteira digital que ele tenha.
Fora essa unificação, haverá também mais rapidez e comodidade, o que deve ajudar na disseminação do pagamento por esse tipo de código no Brasil. Estima-se ainda que formas de pagamento populares, como o boleto bancário, caiam no ostracismo ou desapareçam completamente.
seu dinheiroPagamentos por QR Code podem ser unificados (Imagem: Leo Martins/Seu Dinheiro)
A Loise Nascimento — Legal Payments & Regulatory na MovilePay — acredita em um futuro como esse, mas detalha que o sistema do BC terá suas limitações, mais devido à nossa infraestrutura de comunicação falha do que ao próprio PIX.
“O PIX deve se popularizar pois melhora experiências que atualmente são muito ruins, trabalhosas, demoradas, como é o caso do boleto. Estamos avançando na popularização do QR Code, que já é muito utilizado atualmente, e assim vamos educando a população a se acostumar com esse tipo de tecnologia e abrindo caminho para os pagamentos instantâneos e tecnologias futuras.
É possível que algumas tecnologias atuais desapareçam, enquanto outras apenas se tornem menos populares
É possível que algumas tecnologias atuais desapareçam, enquanto outras apenas se tornem menos populares. Em locais mais isolados, por exemplo, nosso principal concorrente ainda é o dinheiro, e o desafio é mudar o hábito da população. A maior parte dos brasileiros já tem smartphone, nosso maior gargalo agora é o sinal do celular, que nem sempre é bom em locais mais afastados”.

Os grandes bancos vão entrar?

O BC começou a realizar testes com PIX junto a pequenas empresas e fornecedores de tecnologia — caso da Matera —, mas, a partir de junho deste ano, os grandes bancos serão obrigados a adotar a novidade. Qualquer instituição financeira — banco ou fintech — com mais de 500 mil contas de clientes ativas será obrigado participar do PIX por regulamentação nacional.
De início, esse critério de obrigatoriedade já agrega cerca de 30 instituições que são responsáveis por mais de 90% das contas transacionais ofertadas no Brasil. Com isso, o BC vai garantir que a maioria dos brasileiros que já possuem contas em bancos poderão se beneficiar da novidade, aproveitando um sistema de pagamentos padronizado que já nascerá com milhões de usuários.
É como se você entrasse no WhatsApp ou Telegram achando que não terá com quem conversar, mas, na verdade, todo mundo já está lá.
banco centralReprodução/Banco Central

Segurança

De todos os pilares do PIX, esse talvez seja o mais instável ou “obscuro” no momento. Naturalmente, o sistema terá forte segurança para evitar que criminosos o invadam diretamente no gerenciamento feito pelo BC.
Contudo, a segurança contra fraudes na ponta dos usuários será feita pelas empresas que fornecerão o serviço de carteira digital ou métodos de pagamento. Em outras palavras, a quantidade de fraudes no sistema dependerá do zelo que as companhias participantes aplicarem no desenvolvimento de suas tecnologias.
Se uma pessoa faz compras em São Paulo e, de repente, aparece fazendo compras em Buenos Aires, vale uma checagem
Isso é um pouco preocupante especialmente porque o PIX só processará transações irrevogáveis ou sem possibilidade de “chargeback”. Isso significa que, uma vez realizada, uma transferência não pode ser desfeita, e caso sejam identificados erros ou fraudes, os envolvidos precisarão desenvolver alguma espécie de acordo ou sistema para fazer algum tipo de reembolso.
Mesmo assim, Alexandre Pinto, da Matera, vê esse problema como algo solucionável. “Será uma responsabilidade da fintech, do banco, enfim, de quem se conectar a essa rede de pagamento o cuidado, principalmente na adesão de novos clientes”, detalha. “Estou imaginando, ‘especulando’, que serviços de geolocalização sejam usados: por exemplo, se uma pessoa faz compras em São Paulo e, de repente, aparece fazendo compras em Buenos Aires, vale uma checagem”.

(Fonte: Banco Central) 

WhatsApp: 470 mil grupos privados estão expostos na internet

Imagem de: WhatsApp: 470 mil grupos privados estão expostos na internet

Os grupos privados do WhatsApp podem não ser tão seguros como o mensageiro afirma, conforme o alerta dado pelo jornalista da agência alemã Deutsche Welle Jordan Wildon, nesta sexta-feira (21). Segundo ele, o Google está indexando links de convites para conversas em grupo, permitindo que qualquer pessoa tenha acesso a estes bate-papos, com uma simples pesquisa no buscador.
Ao indexar os links de convites de grupos privados que são compartilhados em sites e redes sociais, a companhia de Mountain View passa a incluí-los nos resultados de pesquisa do Google. De acordo com a Vice, pelo menos 470 mil links foram encontrados em uma rápida pesquisa no buscador, utilizando o termo “chat.whatsapp.com” combinado com palavras relacionadas a determinados tipos de grupos.
Nas pesquisas feitas pelo veículo, foram descobertos grupos privados sobre os mais variados assuntos, muitos deles ligados à pornografia. A revista relatou ainda ter conseguido entrar em um grupo de ONGs credenciadas pela Organização das Nações Unidas (ONU) e visualizar informações como nomes e números de telefones dos participantes.
Pelos links é possível visualizar os dados dos participantes dos grupos. (Fonte: Vice/Reprodução)
De certa forma, praticamente qualquer grupo no WhatsApp cujo link de convite tenha sido compartilhado em sites acessíveis ao público podem ser encontrados utilizando o sistema de buscas da Google, segundo a publicação.

Como se proteger

O WhatsApp recomenda que os administradores dos bate-papos evitem divulgar os links de convite em canais públicos, redes sociais e outros tipos de sites abertos a todos os internautas, para evitar que pessoas não convidadas tenham acesso ao grupo e às informações dos integrantes.
Em nota enviada à Vice, um porta-voz do aplicativo de mensagens confirmou que os links compartilhados publicamente podem ser encontrados no Google. Uma forma de se proteger é enviar o link diretamente aos convidados, pelo próprio app, para manter o grupo totalmente privado.

O Android 11 pode trazer uma correção para a nossa maior queixa do modo escuro do Android

Mensagens de texto para meu amigo WhatsApp em latim no modo escuro
O modo escuro do Android está provando um novo recurso bastante popular no sistema operacional do Google, mas muitas vezes é bastante irritante lembrar de ligá-lo e desligá-lo todas as noites e manhãs - e você precisa navegar por alguns menus claros para fazer isso.
Parece, no entanto, que isso pode não ser um problema por muito mais tempo, já que o código do Android 11 sugere um novo recurso adorável que relegará os problemas acima mencionados aos livros de história. Este código vem da visualização do desenvolvedor do Android 11, que mostra alguns novos recursos para o próximo sistema operacional.
Um dos recursos presentes aqui, detectado pelo 9to5Google , é a programação de temas escuros ('tema escuro' é o que o modo escuro é chamado em telefones Android), que parece permitir que você defina as horas em que o modo escuro está ativado, bem como simplesmente 'do pôr do sol ao nascer do sol '.
Com isso, parece que o modo escuro será ativado automaticamente durante as horas que você normalmente faria, economizando o trabalho de encontrar o modo no menu e alterná-lo.
Atualmente, muitos telefones Android têm modos 'Night Shield' ou equivalente, que removem tons de azul da tela do telefone, facilitando a visualização da tela durante a noite. Isso pode ser agendado para determinadas horas ou 'do pôr do sol ao nascer do sol', muito semelhante à forma como o modo escuro aparece.
Esses modos são úteis, mas alguns estão carregados de problemas (quando testamos o Realme X2 Pro com seu protetor noturno em preto e branco, descobrimos que as fotos tiradas também eram em preto e branco, mesmo após o desligamento do Night Shield). Esperemos que o modo escuro agendado resolva esses problemas.
O Android 11 provavelmente será apresentado no Google IO 2020 em maio, mas esperamos que ele seja lançado nos telefones no final de 2020 até o início de 2021 (dependendo da marca do telefone), portanto, talvez você precise esperar um pouco para isso. recurso útil para chegar ao seu telefone.